O propósito de vida é um norteador dos objetivos que vamos nos comprometendo ao longo do tempo. Esse vínculo que interliga os objetivos entre si pode ser definido como o significado da vida (sendo subjetivo para cada pessoa).
Quando o propósito não é minimamente definido, os objetivos ficam completamente descoordenados, causando um senso de incompreensão sobre a vida. Isso causa uma falta de conexão do indivíduo com a própria vida, fazendo com que ele não consiga aproveitá-la e sinta-se desmotivado a cumprir seus objetivos.
Para que consigamos realizar grandes feitos com uma menor possibilidade de fracasso, devemos alinhá-los ao nosso propósito de vida. Pois isso dará uma maior motivação para completarmos nossos objetivos.
7.4.20
6.4.20
GRANDES COISAS 1/2
Todos temos vontade de realizar grandes feitos. Mas o que poucos sabem é que um grande feito não é algo que simplesmente surge, ele é a constituição de vários pequenos feitos que vão se interlaçando e formando algo grandioso.
A cada etapa do grande feito, surgem contratempos que tentam desestimular a pessoa. A motivação pode sofrer ataques tanto de fatores externos quanto de fatores internos. Os fatores externos são referentes a situações fora do espectro do problema que surgem e desviam o foco de atenção. Os fatores internos são as situações da própria etapa, que acaba desgastando a pessoa por motivos diversos.
Assim, para realizar um grande feito, não é necessário ser alguém especial ou ter sorte, mas, sim, ter força de vontade e resiliência por um longo período de tempo.
A cada etapa do grande feito, surgem contratempos que tentam desestimular a pessoa. A motivação pode sofrer ataques tanto de fatores externos quanto de fatores internos. Os fatores externos são referentes a situações fora do espectro do problema que surgem e desviam o foco de atenção. Os fatores internos são as situações da própria etapa, que acaba desgastando a pessoa por motivos diversos.
Assim, para realizar um grande feito, não é necessário ser alguém especial ou ter sorte, mas, sim, ter força de vontade e resiliência por um longo período de tempo.
5.4.20
SER O BEM
Objetivo de vida é algo que quando alcançado traz uma paz interna ao ser. E nós temos a liberdade de escolher o objetivo que quisermos para nossa vida.
Quando optamos por vinculá-lo a algo ou alguém, ficamos dependentes de escolhas que não dependam diretamente de nós. Isso pode gerar uma grande frustração em cenários como os de arrecadação de bens materiais e competições de desempenho (comparando constantemente com outras pessoas).
Mas, ao decidir manter nosso objetivo de vida independente de todo fator externo, ficamos livre para escolhermos algo que, com certeza, será alcançado. Ter como objetivo de vida “Ser o Bem” é a maior independência que se pode ter num objetivo de vida. Pois, não importa o que aconteça, basta você ser “o bem” que a paz reinará dentro de você.
Quando optamos por vinculá-lo a algo ou alguém, ficamos dependentes de escolhas que não dependam diretamente de nós. Isso pode gerar uma grande frustração em cenários como os de arrecadação de bens materiais e competições de desempenho (comparando constantemente com outras pessoas).
Mas, ao decidir manter nosso objetivo de vida independente de todo fator externo, ficamos livre para escolhermos algo que, com certeza, será alcançado. Ter como objetivo de vida “Ser o Bem” é a maior independência que se pode ter num objetivo de vida. Pois, não importa o que aconteça, basta você ser “o bem” que a paz reinará dentro de você.
4.4.20
PLANTAR A EVOLUÇÃO
Nosso comportamento motiva aqueles ao nosso redor, podendo tanto inspirar seguidores como opositores.
Ao adotarmos condutas que foquem no bem alheio, tornamo-nos como estrela guia dos que estejam perdidos. Somos vistos como seres perfeitos, mesmo com nossas várias imperfeições, e não aceitamos qualquer reconhecimento que nos trate como seres iluminados.
De fato, estamos longe de ser o tipo de pessoa que o futuro necessita, mas somos o meio termo que pode ajudar a civilização a chegar lá. Para isso, basta fazermos nossa parte de disseminar o bem que será colhido por gerações futuras.
Ao adotarmos condutas que foquem no bem alheio, tornamo-nos como estrela guia dos que estejam perdidos. Somos vistos como seres perfeitos, mesmo com nossas várias imperfeições, e não aceitamos qualquer reconhecimento que nos trate como seres iluminados.
De fato, estamos longe de ser o tipo de pessoa que o futuro necessita, mas somos o meio termo que pode ajudar a civilização a chegar lá. Para isso, basta fazermos nossa parte de disseminar o bem que será colhido por gerações futuras.
3.4.20
ROMPER A DEPRESSÃO
A depressão é uma doença que tem como causa e consequência a perda de esperança por somente conseguir focar em aspectos negativos. Assim, ela reforça a si mesmo cada vez que o pensamento se volta para a negatividade.
Para que esse auto reforço seja quebrado, basta deixar de focar nos pontos negativos. Em teoria é fácil, mas, na prática, é difícil. Isso ocorre porque o indivíduo flerta sair do extremo negativo e ir ao extremo positivo num instante, quando na verdade o caminho é percorrido a passos lentos.
A jornada começa na leve crença de que seja possível voltar a ser feliz, mesmo que o dia esteja distante. Esse primeiro passo é pequeno, mas ele é essencial para iniciar o rompimento da mentalidade negativa da depressão e retornar à felicidade.
Para que esse auto reforço seja quebrado, basta deixar de focar nos pontos negativos. Em teoria é fácil, mas, na prática, é difícil. Isso ocorre porque o indivíduo flerta sair do extremo negativo e ir ao extremo positivo num instante, quando na verdade o caminho é percorrido a passos lentos.
A jornada começa na leve crença de que seja possível voltar a ser feliz, mesmo que o dia esteja distante. Esse primeiro passo é pequeno, mas ele é essencial para iniciar o rompimento da mentalidade negativa da depressão e retornar à felicidade.
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2.4.20
AMOR IMPULSIONADOR
O amor verdadeiro não mede esforços para providenciar o bem-estar alheio, pois ele está intimamente ligado ao bem-estar próprio.
Quando o próximo está bem, sente-se um conforto internamente e, quando o próximo está mal, sente-se um incômodo internamente. Mas não é um incômodo que drena as energias, pelo contrário, é um incômodo que desperta uma inquietação focada em mudar a circunstância.
Isso faz com que qualquer fator que cause mal-estar no próximo (que seja amado) nos sirva de instrumento para angariar forças e lutar contra a situação negativa. Isso porque o fator não nos causa mal-estar algum, pois a preocupação é com o próximo e não conosco.
Assim, pode-se observar que o amor verdadeiro contém a resiliência em sua essência.
Quando o próximo está bem, sente-se um conforto internamente e, quando o próximo está mal, sente-se um incômodo internamente. Mas não é um incômodo que drena as energias, pelo contrário, é um incômodo que desperta uma inquietação focada em mudar a circunstância.
Isso faz com que qualquer fator que cause mal-estar no próximo (que seja amado) nos sirva de instrumento para angariar forças e lutar contra a situação negativa. Isso porque o fator não nos causa mal-estar algum, pois a preocupação é com o próximo e não conosco.
Assim, pode-se observar que o amor verdadeiro contém a resiliência em sua essência.
1.4.20
DOMINAR O MAL
A perfeição é a ausência de erro. Como existe uma vontade de ser perfeito ou estar o mais próximo disso o possível, a ocorrência de um erro pode ser ocultada por quem o produz. Com isso, deixa-se de analisar o próprio comportamento negativo, não sendo possível corrigi-lo.
O erro é algo que deve ser evitado, mas, quando praticado, não deve ser encoberto. Muito pelo contrário, o comportamento deve ser trazido a luz e analisado em todos seus aspectos: sua motivação; possíveis consequências; métodos de reparação; cuidados para evitá-lo futuramente...
A sabedoria sobre o bem faz com que possamos exercê-lo com primor, assim como a sabedoria sobre o mal faz com que possamos evitá-lo com maestria.
O erro é algo que deve ser evitado, mas, quando praticado, não deve ser encoberto. Muito pelo contrário, o comportamento deve ser trazido a luz e analisado em todos seus aspectos: sua motivação; possíveis consequências; métodos de reparação; cuidados para evitá-lo futuramente...
A sabedoria sobre o bem faz com que possamos exercê-lo com primor, assim como a sabedoria sobre o mal faz com que possamos evitá-lo com maestria.
31.3.20
RESPEITAR A OPINIÃO ALHEIA
Quando nos arrependemos, estamos reconhecendo um comportamento errado que estávamos praticando. Mas, antes dessa compreensão, tínhamos certeza de que estávamos corretos.
Essa mentalidade de se considerar ser o detentor da verdade faz com que seja criado um ar de superioridade, podendo gerar até certa arrogância. Com isso, duas pessoas com perspectivas diferentes podem tentar impor a própria vontade de maneira forçada.
Da mesma maneira que podemos estar errados achando que estamos certos, outros podem estar errados achando que estão certos. Isso nos mostra que devemos ser condescendentes com pessoas que tenham pontos de vistas diferentes do nosso.
Essa mentalidade de se considerar ser o detentor da verdade faz com que seja criado um ar de superioridade, podendo gerar até certa arrogância. Com isso, duas pessoas com perspectivas diferentes podem tentar impor a própria vontade de maneira forçada.
Da mesma maneira que podemos estar errados achando que estamos certos, outros podem estar errados achando que estão certos. Isso nos mostra que devemos ser condescendentes com pessoas que tenham pontos de vistas diferentes do nosso.
30.3.20
EXERCER A GRATIDÃO
Quando se contrai uma gripe, reclama-se a todo momento da dificuldade de respiração. Mas quando foi a última vez que você se sentiu grato por estar respirando perfeitamente?
O sentimento de sede é algo que causa um grande desconforto, retirando nossa atenção de tudo que devemos fazer. Qual foi a última vez que você se sentiu grato por não precisar sentir sede?
Estar exposto ao clima externo é algo que causa insegurança por estar sujeito a qualquer modificação do tempo. Você já agradeceu por ter um teto e paredes para se proteger?
Da plenitude que buscamos, a gratidão é a constatação daquilo que já alcançamos. Com que frequência você tem exercido sua gratidão?
O sentimento de sede é algo que causa um grande desconforto, retirando nossa atenção de tudo que devemos fazer. Qual foi a última vez que você se sentiu grato por não precisar sentir sede?
Estar exposto ao clima externo é algo que causa insegurança por estar sujeito a qualquer modificação do tempo. Você já agradeceu por ter um teto e paredes para se proteger?
Da plenitude que buscamos, a gratidão é a constatação daquilo que já alcançamos. Com que frequência você tem exercido sua gratidão?
29.3.20
TER MUITO E TER POUCO
A crença define nossa percepção acerca de algo. Quando cremos ter muito de um bem, somos inundados com uma sensação reconfortante, mas, ao crer ter pouco, sentimos um desconforto.
Entretanto, “muito” e “pouco” são constatações subjetivas que podem ser classificadas como “juízo de valor”. Isso significa que uma mesma quantidade possa ser classificada com qualquer um dos dois adjetivos, dependendo apenas do critério subjetivo que a pessoa adote.
Assim, o sentimento de fartura ou carência independe da quantidade dos bens adquiridos, pois tem como origem única a própria crença.
Entretanto, “muito” e “pouco” são constatações subjetivas que podem ser classificadas como “juízo de valor”. Isso significa que uma mesma quantidade possa ser classificada com qualquer um dos dois adjetivos, dependendo apenas do critério subjetivo que a pessoa adote.
Assim, o sentimento de fartura ou carência independe da quantidade dos bens adquiridos, pois tem como origem única a própria crença.
28.3.20
IMPOTÊNCIA EMOCIONAL
A impotência emocional ocorre quando surge um sentimento de invalidez, dando uma sensação de que a pessoa é incapaz de concretizar qualquer objetivo. Tal sentimento é causado por um fato que acaba por destruir toda a confiança que se tem em si mesmo. Quando isso ocorre, a pessoa se percebe insignificante perante seus objetivos.
A forma mais certeira de se reconquistar a confiança é sendo julgado por outros (por existir um viés no próprio julgamento). E a maneira mais fácil de executar o procedimento é por meio da caridade.
Uma tarefa banal e sem importância para quem a exerça pode ser julgada como magnífica e singular para quem seja impactado por ela. Um exemplo simples é dar atenção a pessoas solitárias: para quem presta atenção é algo vazio; mas para quem ganha a atenção é a melhor coisa dos últimos tempos.
A forma mais certeira de se reconquistar a confiança é sendo julgado por outros (por existir um viés no próprio julgamento). E a maneira mais fácil de executar o procedimento é por meio da caridade.
Uma tarefa banal e sem importância para quem a exerça pode ser julgada como magnífica e singular para quem seja impactado por ela. Um exemplo simples é dar atenção a pessoas solitárias: para quem presta atenção é algo vazio; mas para quem ganha a atenção é a melhor coisa dos últimos tempos.
27.3.20
AMBICIONAR A INTEGRALIDADE
O ser humano vive numa incansável busca pela perfeição. Seus esforços são despendidos para ações que busquem fatores que o complete, sejam eles bens materiais ou espirituais.
Tudo que já fora adquirido deve ser utilizado para gerar a estabilidade do ser, facilitando a perseguição da própria integralidade. Mas muitos ficam tão obstinados pelo que ainda não possuem que acabam esquecendo aquilo que já conquistaram, não conseguindo tirar proveito algum de suas próprias posses.
Essa ambição descontrolada acaba por gerar sofrimento pelas carências sentidas e inviabiliza a utilização do que já fora obtido.
Tudo que já fora adquirido deve ser utilizado para gerar a estabilidade do ser, facilitando a perseguição da própria integralidade. Mas muitos ficam tão obstinados pelo que ainda não possuem que acabam esquecendo aquilo que já conquistaram, não conseguindo tirar proveito algum de suas próprias posses.
Essa ambição descontrolada acaba por gerar sofrimento pelas carências sentidas e inviabiliza a utilização do que já fora obtido.
~ Inspirado por:
“Sofremos muito com o pouco que nos falta e gozamos pouco o muito que temos.”
- William Shakespeare (Escritor)
26.3.20
ZELAR
Aquela tribo indígena era como uma grande família, todos zelavam pelo grupo.
Cada um tinha seu papel de colaboração. Enquanto uns saiam com as zarabatanas para buscar o alimento, outros saiam com as cabaças para coletar água. Os mais experientes eram encarregados da saúde dos enfermos e os mais novos eram encarregados da limpeza. Após o expediente, todos se encontravam e ceavam.
Os indígenas zelavam pelo grupo como se ele fosse um filho: alimentos eram providos; curas eram realizadas; e comemorações eram compartilhadas. Enquanto os “selvagens” tratavam todos os membros da tribo civilizadamente, os “civilizados” tratavam seus semelhantes com selvagerias.
Cada um tinha seu papel de colaboração. Enquanto uns saiam com as zarabatanas para buscar o alimento, outros saiam com as cabaças para coletar água. Os mais experientes eram encarregados da saúde dos enfermos e os mais novos eram encarregados da limpeza. Após o expediente, todos se encontravam e ceavam.
Os indígenas zelavam pelo grupo como se ele fosse um filho: alimentos eram providos; curas eram realizadas; e comemorações eram compartilhadas. Enquanto os “selvagens” tratavam todos os membros da tribo civilizadamente, os “civilizados” tratavam seus semelhantes com selvagerias.
25.3.20
O TEMPO E NÓS
As situações que nos impactam negativamente se apresentam com as mais diferentes intensidades. Enquanto algumas podem causar apenas um leve descontentamento, outras podem abalar toda a confiança do ser.
Quando somos apresentados a uma situação e classificamo-la como uma grande calamidade, entramos em pânico por não sabermos minimamente o que fazer para solucionar o problema. Mas, por mais que a situação seja apresentada como catastrófica, o tempo nos amadurecerá e nos mostrará que não é tão monstruosa como pensávamos. Por fim, criaremos a competência necessária para saber exatamente como lidar com ela, dominando-a.
Assim, podemos compreender que a tragédia faz parte da natureza humana, mas sua consequente superação também o faz.
24.3.20
SOLIDARIEDADE
Quando se enfrenta um problema, ocorre a potencialização de seus efeitos negativos. Uma simples repreensão por parte de um chefe se transforma em um completo fracasso profissional, esgotando qualquer probabilidade de ser promovido.
Essa grande potencialização pode ser fortemente amenizada quando outra pessoa se faz presente e se propõe a anular o grande impacto sofrido. As possibilidades de anulação que possam ser utilizadas são muitas, mas todas têm como base a superação da dificuldade em parceria.
Dessa maneira, um problema com efeitos devastadores transforma-se em um empecilho de fácil superação. Quando isso se tornar recíproco entre as pessoas, os grandes problemas de um sempre serão minimizados pelo outro, gerando uma relação em que os dois se beneficiem.
Essa grande potencialização pode ser fortemente amenizada quando outra pessoa se faz presente e se propõe a anular o grande impacto sofrido. As possibilidades de anulação que possam ser utilizadas são muitas, mas todas têm como base a superação da dificuldade em parceria.
Dessa maneira, um problema com efeitos devastadores transforma-se em um empecilho de fácil superação. Quando isso se tornar recíproco entre as pessoas, os grandes problemas de um sempre serão minimizados pelo outro, gerando uma relação em que os dois se beneficiem.
23.3.20
A SUA PARTE
Quando se estabelece um acordo, é esperado que todas as partes cumpram o papel estabelecido. Ao acontecer o rompimento por algum membro, ocorre um mal-estar generalizado em todo o grupo.
Tal mal-estar tem como origem o fracasso do acordo e sua intensidade é possível de ser alterada mediante o comportamento prévio. Quando se colaborou para o fracasso, ocorre um sentimento de culpa, fazendo com que o mal-estar seja potencializado. Mas, na situação de ter se esforçado para o sucesso, é gerado um sentimento de obrigação cumprida, amenizando (ou até neutralizando) o mal-estar. Assim, o sentimento de fracasso não advém do fracasso em si, mas da falta do comprometimento que resulte em fracasso.
A dedicação integral numa causa faz com que não haja espaço para sentimentos negativos, mesmo que a causa falhe. Isso se deve ao fato de ocorrer uma compreensão de que a pessoa fez tudo o que era possível para o sucesso da causa, limpando sua consciência de qualquer aspecto negativo que advenha do fracasso.
Tal mal-estar tem como origem o fracasso do acordo e sua intensidade é possível de ser alterada mediante o comportamento prévio. Quando se colaborou para o fracasso, ocorre um sentimento de culpa, fazendo com que o mal-estar seja potencializado. Mas, na situação de ter se esforçado para o sucesso, é gerado um sentimento de obrigação cumprida, amenizando (ou até neutralizando) o mal-estar. Assim, o sentimento de fracasso não advém do fracasso em si, mas da falta do comprometimento que resulte em fracasso.
A dedicação integral numa causa faz com que não haja espaço para sentimentos negativos, mesmo que a causa falhe. Isso se deve ao fato de ocorrer uma compreensão de que a pessoa fez tudo o que era possível para o sucesso da causa, limpando sua consciência de qualquer aspecto negativo que advenha do fracasso.
22.3.20
ACORDOS ENTRE PESSOAS
Acordos são difíceis de serem implementados por dependerem do empenho e comprometimento de todos os participantes simultaneamente. Quando um ou mais participantes não cumprem o que foi acordado, os resultados tendem a diminuir significativamente, fazendo com que outros membros abandonem o acordo e ele fracasse.
Isso serve para qualquer acordo, desde negociações multilaterais de comércio internacional entre blocos econômicos até votos bilaterais de namoros. A partir do momento em que uma das partes quebra a confiança da outra, todo o ganho que seria alcançado é perdido. De mesma maneira, todo o mal que seria evitado fica desimpedido.
Para que um acordo seja válido, é necessário o comprometimento por parte de todos os envolvidos.
Isso serve para qualquer acordo, desde negociações multilaterais de comércio internacional entre blocos econômicos até votos bilaterais de namoros. A partir do momento em que uma das partes quebra a confiança da outra, todo o ganho que seria alcançado é perdido. De mesma maneira, todo o mal que seria evitado fica desimpedido.
Para que um acordo seja válido, é necessário o comprometimento por parte de todos os envolvidos.
21.3.20
TOMAR CONSCIÊNCIA
O pouco conhecimento acerca de um assunto implica a falsa sensação de que ele seja algo simples. Em contraponto, o aprofundamento de um tema traz à luz uma vasta riqueza de conteúdo.
Isso pode ser observado na matemática. Quando apresentado a crianças é julgado como fácil, pois é somente exercício de somas simples. Conforme o estudo vai se aprofundando, vão surgindo novos ramos da matéria (trigonometria, geometria, álgebra, financeira...), demonstrando que ela é extremamente complexa. Quanto mais se aprofunda, mais se toma ciência de que menos se sabe.
Assim, quanto mais consciente do universo o espírito for, menor ele irá se enxergar. Aqui, reside o princípio da humildade.
Isso pode ser observado na matemática. Quando apresentado a crianças é julgado como fácil, pois é somente exercício de somas simples. Conforme o estudo vai se aprofundando, vão surgindo novos ramos da matéria (trigonometria, geometria, álgebra, financeira...), demonstrando que ela é extremamente complexa. Quanto mais se aprofunda, mais se toma ciência de que menos se sabe.
Assim, quanto mais consciente do universo o espírito for, menor ele irá se enxergar. Aqui, reside o princípio da humildade.
20.3.20
JULGAR O PRÓXIMO
Quando algo deve ser julgado baseando-se em apenas um parâmetro, é fácil dar um veredito. Mas, conforme os parâmetros vão crescendo, a complexidade da situação vai aumentando, fazendo com que seja necessária uma grande análise para a obtenção de um veredito adequado.
Ao julgarmos o comportamento de uma pessoa, temos o costume de analisar somente a atitude em si, ignorando toda a conjuntura envolvida. Desconsideramos todas as informações acerca do indivíduo e do ambiente em que ele se localiza, inserindo nossos conceitos preestabelecidos. Ou seja, ao invés de buscarmos compreender o próximo, inferimos que ele seja similar a nós. Dessa maneira, acabamos por julgar terceiros de uma maneira completamente errada.
O ensinamento de não julgar o próximo só é obtido com a elucidação de que não somos capazes de sentenciá-lo corretamente devido às várias peculiaridades do ser e do ambiente em questão.
Ao julgarmos o comportamento de uma pessoa, temos o costume de analisar somente a atitude em si, ignorando toda a conjuntura envolvida. Desconsideramos todas as informações acerca do indivíduo e do ambiente em que ele se localiza, inserindo nossos conceitos preestabelecidos. Ou seja, ao invés de buscarmos compreender o próximo, inferimos que ele seja similar a nós. Dessa maneira, acabamos por julgar terceiros de uma maneira completamente errada.
O ensinamento de não julgar o próximo só é obtido com a elucidação de que não somos capazes de sentenciá-lo corretamente devido às várias peculiaridades do ser e do ambiente em questão.
19.3.20
ASSEPSIA DA ALMA
Em medicina, assepsia é o conjunto de medidas adotas para prevenir a entrada de agentes patológicos num determinado corpo. De todas as medidas, destaca-se a esterilização dos objetos.
A nível de indivíduo, devemos utilizar tal conceito para que não contaminemos outras pessoas com nossa mentalidade. Ao cultivar pensamentos inferiores, podemos contagiar quem quer que nos cerque, pois uma simples interação é o suficiente para que o próximo absorva nossos pensamentos.
Assim, é necessária uma preparação prévia da alma, por meio do desprendimento de pensamentos inferiores, para que não contaminemos o próximo com nossas imperfeições.
A nível de indivíduo, devemos utilizar tal conceito para que não contaminemos outras pessoas com nossa mentalidade. Ao cultivar pensamentos inferiores, podemos contagiar quem quer que nos cerque, pois uma simples interação é o suficiente para que o próximo absorva nossos pensamentos.
Assim, é necessária uma preparação prévia da alma, por meio do desprendimento de pensamentos inferiores, para que não contaminemos o próximo com nossas imperfeições.
18.3.20
ESTADO DE VIGÍLIA 2/2
Ao fazer observações ativas do que ocorre ao nosso redor, conseguimos fazer inferências lógicas sobre os fatos presenciados.
Tais conclusões, que são possíveis de serem obtidas ao analisar uma situação, têm grande impacto em nosso próprio comportamento. Podemos replicar a situação quando a julgarmos benéfica e podemos evitá-la quando a considerarmos prejudicial.
Quanto mais observações ativas fizermos, mais certeiras serão nossas atitudes, pois deteremos um maior conhecimento acerca das situações da vida e melhor portar-nos-emos perante elas.
Assim, como diria Jesus por meio dos discípulos Mateus e Marcos: “vigiai e orai, para que não entreis em tentação”.
Tais conclusões, que são possíveis de serem obtidas ao analisar uma situação, têm grande impacto em nosso próprio comportamento. Podemos replicar a situação quando a julgarmos benéfica e podemos evitá-la quando a considerarmos prejudicial.
Quanto mais observações ativas fizermos, mais certeiras serão nossas atitudes, pois deteremos um maior conhecimento acerca das situações da vida e melhor portar-nos-emos perante elas.
Assim, como diria Jesus por meio dos discípulos Mateus e Marcos: “vigiai e orai, para que não entreis em tentação”.
17.3.20
ESTADO DE VIGÍLIA 1/2
A palavra “vigília” é definida como “aquele que está desperto”, ou, simplificando, “acordado”. Sua origem vem da palavra “vigia” cujo significado é “indivíduo cuja função é observar e proteger”. Essa derivação do vocabulário mostra a relação pretendida entre as palavras “acordado” e “observar”.
A ideia por trás do estado de vigília é transformar-se em um observador ativo enquanto estiver acordado, ou seja, é indispensável refletir ativamente a respeito das novas informações que sejam expostas.
Somente sendo um observador ativo é possível adotar atitudes mais coesas, diminuindo a probabilidade de incorrer em erro.
A ideia por trás do estado de vigília é transformar-se em um observador ativo enquanto estiver acordado, ou seja, é indispensável refletir ativamente a respeito das novas informações que sejam expostas.
Somente sendo um observador ativo é possível adotar atitudes mais coesas, diminuindo a probabilidade de incorrer em erro.
16.3.20
TRATANDO FRUSTRAÇÕES 3/3
Clóvis é um adolescente que está passando por situações estressantes recentemente, mas não tem deixado com que elas abalem seu emocional, aparentando ser bem resiliente.
Seus pais têm brigado muito e, para evitar seu desgaste, ele busca evitar o convívio com os dois. A válvula de escape que ele encontrou foi sair escondido com os amigos e beber.
Com o vestibular se aproximando, ele sente muita cobrança sobre suas costas, mas consegue relaxar muito bem ao comer doces. Por várias vezes ao dia ele engana sua frustração se satisfazendo na cozinha.
Apesar de tudo, ele está feliz por ter sido convidado para uma festa de debutante. A alegria é tanta que ele não consegue se concentrar direito em seus outros afazeres, fica somente andando pela casa sem destino algum.
Com toda essa carga de estresse, o psicológico de Clóvis foi preservado à custa de uma mudança prejudicial em seus hábitos, mostrando que ele não foi resiliente.
Seus pais têm brigado muito e, para evitar seu desgaste, ele busca evitar o convívio com os dois. A válvula de escape que ele encontrou foi sair escondido com os amigos e beber.
Com o vestibular se aproximando, ele sente muita cobrança sobre suas costas, mas consegue relaxar muito bem ao comer doces. Por várias vezes ao dia ele engana sua frustração se satisfazendo na cozinha.
Apesar de tudo, ele está feliz por ter sido convidado para uma festa de debutante. A alegria é tanta que ele não consegue se concentrar direito em seus outros afazeres, fica somente andando pela casa sem destino algum.
Com toda essa carga de estresse, o psicológico de Clóvis foi preservado à custa de uma mudança prejudicial em seus hábitos, mostrando que ele não foi resiliente.
15.3.20
TRATANDO FRUSTRAÇÕES 2/3
Na busca pelo bem-estar de curto prazo, podemos estar burlando processos necessários ao nosso próprio crescimento.
Um desconforto sentido é a indicação de que necessitamos lidar com uma situação que nos afeta negativamente para que possamos retornar à nossa plenitude. Mas, ao deixarmos de enfrentar tal situação com o intuito de adotar métodos alternativos que amenizem o mal-estar sentido, estaremos ficando à mercê do problema sempre que ele ressurgir.
Um dos métodos alternativos mais comuns de lidar com o desconforto sentido é via utilização de bens materiais, que é inofensiva quando praticada apenas uma vez, mas tem um grande potencial de se tornar um vício pelo fato de ter um efeito transitório. São exemplos: dependência química; compulsão em compras; e transtorno alimentar compulsivo.
Um desconforto sentido é a indicação de que necessitamos lidar com uma situação que nos afeta negativamente para que possamos retornar à nossa plenitude. Mas, ao deixarmos de enfrentar tal situação com o intuito de adotar métodos alternativos que amenizem o mal-estar sentido, estaremos ficando à mercê do problema sempre que ele ressurgir.
Um dos métodos alternativos mais comuns de lidar com o desconforto sentido é via utilização de bens materiais, que é inofensiva quando praticada apenas uma vez, mas tem um grande potencial de se tornar um vício pelo fato de ter um efeito transitório. São exemplos: dependência química; compulsão em compras; e transtorno alimentar compulsivo.
14.3.20
TRATANDO FRUSTRAÇÕES 1/3
As frustações são difíceis de serem enfrentadas por requererem um alto esforço interno, seja ele cognitivo, psicológico ou mental. Mas, por elas causarem certo incômodo, torna-se conveniente buscar artifícios que não demandem tanto esforço para burlar tal mal-estar.
Isso faz com que seja mais cômodo adotar o tratamento paliativo de amenizar a consequência sofrida (o mal-estar vivenciado) enquanto a causa do problema é ignorada (frustração).
O tratamento é dito paliativo porque ele não enfrenta a frustração que originou o desconforto, mas apenas o desconforto em si. Fazendo com que o desconforto retorne sempre que a frustação ocorrer.
Isso faz com que seja mais cômodo adotar o tratamento paliativo de amenizar a consequência sofrida (o mal-estar vivenciado) enquanto a causa do problema é ignorada (frustração).
O tratamento é dito paliativo porque ele não enfrenta a frustração que originou o desconforto, mas apenas o desconforto em si. Fazendo com que o desconforto retorne sempre que a frustação ocorrer.
13.3.20
LIVROS DE AUTOAJUDA
Boa parte dos livros de autoajuda cujo tema seja superação parece ser vazio de conteúdo pelo fato de já termos conhecimento de tudo que está lá. Mas o intuito do livro não é agregar conhecimento, é mostrar que já possuímos tudo o que seja necessário para superar uma situação.
Tais livros costumam a adotar uma narrativa que adentre no íntimo do leitor, fazendo com que ele se recorde dos momentos em que superou situações difíceis. Isso é basicamente reafirmar de maneira repetitiva que o poder já está dentro do próprio leitor.
E de fato, o poder já está dentro do próprio leitor. Basta ele tomar consciência disso e se dedicar a qualquer causa que ela será vencida.
Tais livros costumam a adotar uma narrativa que adentre no íntimo do leitor, fazendo com que ele se recorde dos momentos em que superou situações difíceis. Isso é basicamente reafirmar de maneira repetitiva que o poder já está dentro do próprio leitor.
E de fato, o poder já está dentro do próprio leitor. Basta ele tomar consciência disso e se dedicar a qualquer causa que ela será vencida.
12.3.20
A CASA (DES)AGRADÁVEL
Quem visita a casa, descreve da seguinte maneira:
É uma casa velha, cheia de cicatrizes causadas pelo tempo. Em dias frios, é necessário colocar um pano em baixo da porta, pois o vento entra sem pedir licença. Em dias de chuva, baldes são espalhados pela sala, cozinha e quarto, isso porque a água entra pelas telhas trincadas.
Mas a dona da casa a enxerga sob uma outra ótica:
Uma casa que já deu alegria a muitas famílias, mas agora é dedicada somente a mim. Tem seus defeitos, igual a todas as outras casas, mas é acolhedora e me traz um sentimento de tranquilidade. Devido à idade elevada, tem muitos machucados em sua parte superior, mas não me importo, eu a amo e cuido dela assim como ela me ama e cuida de mim.
É uma casa velha, cheia de cicatrizes causadas pelo tempo. Em dias frios, é necessário colocar um pano em baixo da porta, pois o vento entra sem pedir licença. Em dias de chuva, baldes são espalhados pela sala, cozinha e quarto, isso porque a água entra pelas telhas trincadas.
Mas a dona da casa a enxerga sob uma outra ótica:
Uma casa que já deu alegria a muitas famílias, mas agora é dedicada somente a mim. Tem seus defeitos, igual a todas as outras casas, mas é acolhedora e me traz um sentimento de tranquilidade. Devido à idade elevada, tem muitos machucados em sua parte superior, mas não me importo, eu a amo e cuido dela assim como ela me ama e cuida de mim.
11.3.20
SENTIMENTO PRÓPRIO E ALHEIO
Sempre vinculamos uma carga emocional a algo que interaja conosco. Ela pode ser definida por outros, ou por nós mesmos.
A carga emocional concebe os sentimentos que serão experienciados ao se deparar com uma situação. Enquanto uns podem vivenciar uma boa sensação, outros podem sentir uma sensação desagradável.
Ao abrirmos mão de nosso julgamento em prol de uma decisão alheia, podemos estar imputando uma carga emocional negativa em algo que nos traria bem-estar.
É importante compreender que o sentimento é subjetivo a cada um e somente a própria pessoa é capaz de definir se algo lhe é positivo ou negativo.
A carga emocional concebe os sentimentos que serão experienciados ao se deparar com uma situação. Enquanto uns podem vivenciar uma boa sensação, outros podem sentir uma sensação desagradável.
Ao abrirmos mão de nosso julgamento em prol de uma decisão alheia, podemos estar imputando uma carga emocional negativa em algo que nos traria bem-estar.
É importante compreender que o sentimento é subjetivo a cada um e somente a própria pessoa é capaz de definir se algo lhe é positivo ou negativo.
~ Inspirado por:
“A beleza está nos olhos de quem vê.”
- Seu Jorge (Cantor)
10.3.20
RACIONAL E EMOCIONAL 3/3
O perdão é a ferramenta que liberta nossos pensamentos de amarras inferiores capazes de nos aprisionar distante da felicidade. Assim, é necessário exercê-lo para que nos tornemos libertos e tomemos decisões que busquem satisfazer nosso bem-estar e não nosso ego.
Quando cultivamos sentimentos inferiores, notamos certo desconforto com situações que estejam fora de nossa alçada e queremos modificá-la. Como por exemplo a condição social de um indivíduo por quem cultivamos rancor trazer certo desconforto e fazer com que tentemos modificá-la (mesmo que em pensamento). Assim, os sentimentos inferiores fazem com que abandonemos o caminho de nossa felicidade em prol de nosso ego.
O caminho para a felicidade somente é obtido ao livrar-se dos sentimentos negativos que nos cercam e, para isso, é necessário exercer o perdão.
Quando cultivamos sentimentos inferiores, notamos certo desconforto com situações que estejam fora de nossa alçada e queremos modificá-la. Como por exemplo a condição social de um indivíduo por quem cultivamos rancor trazer certo desconforto e fazer com que tentemos modificá-la (mesmo que em pensamento). Assim, os sentimentos inferiores fazem com que abandonemos o caminho de nossa felicidade em prol de nosso ego.
O caminho para a felicidade somente é obtido ao livrar-se dos sentimentos negativos que nos cercam e, para isso, é necessário exercer o perdão.
9.3.20
RACIONAL E EMOCIONAL 2/3
Sentimentos que contaminem nosso discernimento sobre fatos que nos cerquem fazem com que tomemos decisões não condizentes com nossa felicidade.
Sentimentos como a raiva, a inveja, a ira e o rancor priorizam o mal alheio ao invés do bem próprio. A raiva, por exemplo, contamina nosso pensamento de maneira integral: todo o foco de busca pelo bem-estar próprio é deixado de lado (momentaneamente) em prol de causar o mal alheio.
Assim, para que seja possível buscar a felicidade sem grandes distrações, é necessário que nos libertemos dos sentimentos que conturbam nossos pensamentos.
Sentimentos como a raiva, a inveja, a ira e o rancor priorizam o mal alheio ao invés do bem próprio. A raiva, por exemplo, contamina nosso pensamento de maneira integral: todo o foco de busca pelo bem-estar próprio é deixado de lado (momentaneamente) em prol de causar o mal alheio.
Assim, para que seja possível buscar a felicidade sem grandes distrações, é necessário que nos libertemos dos sentimentos que conturbam nossos pensamentos.
8.3.20
RACIONAL E EMOCIONAL 1/3
Ao analisarmos os eventos que nos cercam, temos que afastar a carga emocional que imputamos sobre eles, caso contrário tomaremos uma atitude que não irá buscar o melhor para nossa felicidade.
Quando algo nos aflige, temos o costume de responder de maneira equivalente. Isso significa que deixamos de refletir sobre o que aconteceu e passamos a ser superficiais, adotando uma postura não otimizada.
É necessário que a carga emocional seja desvencilhada do fato para que se possamos compreender a integridade do ocorrido sem que a análise seja obstruída por sentimentos que sejam conflitantes com nosso bem-estar.
Quando algo nos aflige, temos o costume de responder de maneira equivalente. Isso significa que deixamos de refletir sobre o que aconteceu e passamos a ser superficiais, adotando uma postura não otimizada.
É necessário que a carga emocional seja desvencilhada do fato para que se possamos compreender a integridade do ocorrido sem que a análise seja obstruída por sentimentos que sejam conflitantes com nosso bem-estar.
~ Inspirado por:
“Não permito que nenhuma reflexão filosófica me tire a alegria das coisas simples da vida”
- Sigmund Freud (Psiquiatra)
7.3.20
AGUENTE FIRME
Abriu os olhos e encarou a janela.
O desânimo bateu no fundo da alma,
Aquele dia não seria bom para ela,
Antes de levantar da cama perdera a calma.
Estava cansada de viver,
Não conseguia mais suportar,
Não se importava de morrer.
Queria apenas acabar.
Isso porque ela ainda não compreendeu,
Que a vida tem derrotas e vitórias,
Se num período você sofreu,
No seguinte ganhará as glórias.
Logo mais a situação vai se inverter,
E quando acontecer... você vai ver!
Só é necessário manter a calma e seguir,
Não tenho nada melhor para proferir.
O desânimo bateu no fundo da alma,
Aquele dia não seria bom para ela,
Antes de levantar da cama perdera a calma.
Estava cansada de viver,
Não conseguia mais suportar,
Não se importava de morrer.
Queria apenas acabar.
Isso porque ela ainda não compreendeu,
Que a vida tem derrotas e vitórias,
Se num período você sofreu,
No seguinte ganhará as glórias.
Logo mais a situação vai se inverter,
E quando acontecer... você vai ver!
Só é necessário manter a calma e seguir,
Não tenho nada melhor para proferir.
6.3.20
BALANÇO DA VIDA 2/2
Praticamos nosso livre arbítrio com o intuito de que nossas ações gerem consequências benéficas a nós, mas, muitas das vezes, não nos atentamos para consequências indiretas causadas por nossas ações.
Quando não calculamos bem o desmembramento que uma ação pode causar em nossa vida, sofremos consequências inesperadas (maléficas em sua maioria). Exemplo: uma pessoa que se alimente somente de chocolate para satisfazer sua vontade por doce não estará levando em conta uma doença futura relacionada a isso.
Mas, ao estudar os efeitos da ação pretendida, podemos descartá-la ou mantê-la, conforme as consequências que nos sejam apresentadas. Quando fazemos isso, podemos praticar ações que nos tragam benefícios diretos e indiretos. Como por exemplo estudar para uma prova, isso trará a consequência direta de conseguir uma boa nota e uma consequência indireta de carregar o conhecimento e tê-lo disponível no futuro.
Quando não calculamos bem o desmembramento que uma ação pode causar em nossa vida, sofremos consequências inesperadas (maléficas em sua maioria). Exemplo: uma pessoa que se alimente somente de chocolate para satisfazer sua vontade por doce não estará levando em conta uma doença futura relacionada a isso.
Mas, ao estudar os efeitos da ação pretendida, podemos descartá-la ou mantê-la, conforme as consequências que nos sejam apresentadas. Quando fazemos isso, podemos praticar ações que nos tragam benefícios diretos e indiretos. Como por exemplo estudar para uma prova, isso trará a consequência direta de conseguir uma boa nota e uma consequência indireta de carregar o conhecimento e tê-lo disponível no futuro.
5.3.20
BALANÇO DA VIDA 1/2
Ao estudar contabilidade, tomamos ciência de um conceito chamado “partilhas dobradas”. Essa ideia diz que quando uma ação impactar o ativo de uma empresa, ela também irá impactar ou seu passivo ou seu patrimônio líquido.
Esse princípio ocorre diariamente em nossas vidas quando fazemos o uso de nosso livre arbítrio. A ação que praticamos será convertida em consequências diretas e indiretas que incidirão sobre nós mesmos. Consequências diretas são aquelas que planejamos ao praticar tal ação, as indiretas são as não programadas.
Enquanto as consequências diretas representam o ativo (agraciando-nos com um benefício planejado), as indiretas representam ou o passivo (imputando algo que teremos que arcar) ou o patrimônio líquido (constituindo algo que fará parte de nós).
Esse princípio ocorre diariamente em nossas vidas quando fazemos o uso de nosso livre arbítrio. A ação que praticamos será convertida em consequências diretas e indiretas que incidirão sobre nós mesmos. Consequências diretas são aquelas que planejamos ao praticar tal ação, as indiretas são as não programadas.
Enquanto as consequências diretas representam o ativo (agraciando-nos com um benefício planejado), as indiretas representam ou o passivo (imputando algo que teremos que arcar) ou o patrimônio líquido (constituindo algo que fará parte de nós).
4.3.20
DESCULPE-ME
Devido às imperfeições humanas, é comum desagradar o próximo de maneira não intencional. Basta uma simples palavra mal colocada ou uma atitude mal executada para provocar a tristeza alheia.
Quando o mal-estar é causado, mesmo que de maneira não intencional, é desejável que o ofensor amenize os danos causados. Essa atenuação do mal pode ser feita ao demonstrar um arrependimento sincero pela situação.
O primeiro passo para expor o arrependimento sentido é anunciá-lo utilizando as palavras “me desculpe”.
Quando o mal-estar é causado, mesmo que de maneira não intencional, é desejável que o ofensor amenize os danos causados. Essa atenuação do mal pode ser feita ao demonstrar um arrependimento sincero pela situação.
O primeiro passo para expor o arrependimento sentido é anunciá-lo utilizando as palavras “me desculpe”.
~ Inspirado por:
“Um cavalheiro que tenha ofendido outra pessoa diz ‘me desculpe’”.
- 50 Things a Young Gentleman Should Know (Livro)
3.3.20
DIA ESPECIAL
Temos o costume de ter bens exclusivos para ocasiões que julgamos serem especiais. Assim, boicotamos nossa própria felicidade ao nos privarmos de nossas posses:
Guardamos a melhor louça para um hóspede que nunca recebemos; usamos a roupa que mais gostamos uma vez ao ano; deixamos de visitar lugares que nos agradam para que continuem tendo um valor singular...
Todas essas privações servem para justificar um dia especial que esteja por vir. Mas essa expectativa de um dia especial vindouro ocorre porque somos incapazes de compreender que o dia especial é o dia de hoje.
Guardamos a melhor louça para um hóspede que nunca recebemos; usamos a roupa que mais gostamos uma vez ao ano; deixamos de visitar lugares que nos agradam para que continuem tendo um valor singular...
Todas essas privações servem para justificar um dia especial que esteja por vir. Mas essa expectativa de um dia especial vindouro ocorre porque somos incapazes de compreender que o dia especial é o dia de hoje.
2.3.20
INVEJAR O PRÓXIMO
A inveja é o ato de minar a atenção das próprias necessidades e alocá-la na, aparente, felicidade alheia.
Ao invejar alguém, questionamos se a pessoa é digna de tamanha felicidade. Nisso, desejamos que ela seja lesada com o intuito de restabelecer o equilíbrio da justiça universal (na nossa visão). Mas, ao fazermos isso, estamos esquecendo de nossa própria vida. Quando passamos a nos preocupar com questões que não sejam de nossa competência para satisfazer nosso ego, deixamos de nos preocupar com nossa própria felicidade, causando um mal-estar a nós mesmos.
Somente conseguiremos focar em nossa própria felicidade quando desviarmos nossos olhos do julgamento da felicidade alheia.
Ao invejar alguém, questionamos se a pessoa é digna de tamanha felicidade. Nisso, desejamos que ela seja lesada com o intuito de restabelecer o equilíbrio da justiça universal (na nossa visão). Mas, ao fazermos isso, estamos esquecendo de nossa própria vida. Quando passamos a nos preocupar com questões que não sejam de nossa competência para satisfazer nosso ego, deixamos de nos preocupar com nossa própria felicidade, causando um mal-estar a nós mesmos.
Somente conseguiremos focar em nossa própria felicidade quando desviarmos nossos olhos do julgamento da felicidade alheia.
1.3.20
SEMEAR
Quando estamos sob observação de outras pessoas, afetamo-las com nossas ações mesmo ao fazer uso de atitudes que não tenham a intenção de impactá-las. Isso ocorre porque o simples fato de observar pode motivar comportamentos alheios.
Ao estarmos andando pela rua, compartilhamos nossa conduta com aqueles que por ali se encontrem. Caso disséssemos para alguém “eu te amo e não me importo com o que os outros dizem”, estaríamos causando reações em quem quer que esteja observando. De maneira similar, caso parássemos do lado de um morador de rua que estivesse pedindo por comida e jogássemos uma bolacha no chão sujo, provocaríamos reações em qualquer um que presencie a cena.
Somos eternos semeadores de nossas ações, estimulando todos aqueles que estejam próximos de nós.
Ao estarmos andando pela rua, compartilhamos nossa conduta com aqueles que por ali se encontrem. Caso disséssemos para alguém “eu te amo e não me importo com o que os outros dizem”, estaríamos causando reações em quem quer que esteja observando. De maneira similar, caso parássemos do lado de um morador de rua que estivesse pedindo por comida e jogássemos uma bolacha no chão sujo, provocaríamos reações em qualquer um que presencie a cena.
Somos eternos semeadores de nossas ações, estimulando todos aqueles que estejam próximos de nós.
29.2.20
EMPATIA
A empatia é a combinação de três componentes: afetivo; cognitivo; e somático.
A parte afetiva é relativa à capacidade de compreender as emoções afloradas num estado mental alheio.
O lado cognitivo versa sobre a aptidão de compreender a perspectiva lógica alheia numa determinada situação.
E a parte somática é a reação causada por neurônios espelhos no sistema nervoso somático, fazendo com que efeitos físicos sejam sofridos por sentimentos alheios.
A empatia, em um relacionamento, é de extrema importância para conseguir compreender o mundo na visão do próximo. Caso ela seja relegada, não seremos capazes de entender o que se passa dentro das pessoas.
A parte afetiva é relativa à capacidade de compreender as emoções afloradas num estado mental alheio.
O lado cognitivo versa sobre a aptidão de compreender a perspectiva lógica alheia numa determinada situação.
E a parte somática é a reação causada por neurônios espelhos no sistema nervoso somático, fazendo com que efeitos físicos sejam sofridos por sentimentos alheios.
A empatia, em um relacionamento, é de extrema importância para conseguir compreender o mundo na visão do próximo. Caso ela seja relegada, não seremos capazes de entender o que se passa dentro das pessoas.
28.2.20
QUESTIONAR 2/2
Não há nada de errado em questionar a própria religião ou os costumes da sociedade. Apesar de parecer uma afronta, quando feito de maneira correta, é apenas uma indagação que busca meios lógicos para reforçar a veracidade da informação.
A fé cega faz com que o devoto aceite o que lhe é dito sem que consiga sentir inteiramente a grandiosidade do conceito. Por exemplo: compreender a Deus não é ouvir sobre ele e acreditar, mas ter afinidade com toda a concepção divina a ponto de ser capaz de senti-la no próprio âmago.
Acreditar em Deus é uma atitude passiva, um simples reflexo do que é ouvido. Compreender a Deus é uma atitude ativa, requerendo ação por parte do devoto para que Deus seja assimilado.
A fé cega faz com que o devoto aceite o que lhe é dito sem que consiga sentir inteiramente a grandiosidade do conceito. Por exemplo: compreender a Deus não é ouvir sobre ele e acreditar, mas ter afinidade com toda a concepção divina a ponto de ser capaz de senti-la no próprio âmago.
Acreditar em Deus é uma atitude passiva, um simples reflexo do que é ouvido. Compreender a Deus é uma atitude ativa, requerendo ação por parte do devoto para que Deus seja assimilado.
27.2.20
QUESTIONAR 1/2
A crença na veracidade de qualquer informação não deve ser baseada na credibilidade de quem a diz, mas, sim, respaldada na comprovação da mesma.
A comodidade pela busca da verdade faz com que se fique à mercê da vontade alheia. Ao crer cegamente no que outros falam, deixa-se de verificar a informação, gerando um risco de adotar uma mentira como verdade. Isso faz com que decisões contra o próprio bem-estar possam ser tomadas.
Sempre que uma nova informação surgir, deve-se analisar se ela é falaciosa ou verídica. Somente assim é possível se certificar de estar tomando as decisões corretas.
A comodidade pela busca da verdade faz com que se fique à mercê da vontade alheia. Ao crer cegamente no que outros falam, deixa-se de verificar a informação, gerando um risco de adotar uma mentira como verdade. Isso faz com que decisões contra o próprio bem-estar possam ser tomadas.
Sempre que uma nova informação surgir, deve-se analisar se ela é falaciosa ou verídica. Somente assim é possível se certificar de estar tomando as decisões corretas.
~ Inspirado por:
“Eu gostaria que mais garotos tivessem esse seu fanatismo cego.”
- Jojo Rabbit (Filme)
26.2.20
A VIAGEM
Um casal marcou de fazer uma viagem para comemorar os 5 anos de casados, mas queriam algo bem simples e relaxante. Assim, eles combinaram de irem para um resort, onde teriam todas as mordomias possíveis. Para facilitar a viagem, combinaram de levar somente o necessário.
Na hora de pegar a estrada, a mulher estava carregando duas malas cheias, dizendo que tudo ali era necessário: “tenho que levar a chapinha, se não meu cabelo não vai ficar bom”; “mas claro que preciso de vários sapatos, preciso me preparar para várias ocasiões”; “um óculos para entrar na piscina, um para ficar na área comum e outro para algum jantar especial”.
Olhando para seu marido ela questionou onde estaria a mala dele. Ele respondeu: “não preciso de mala, tudo que é necessário para minha felicidade já está dentro de mim”.
Na hora de pegar a estrada, a mulher estava carregando duas malas cheias, dizendo que tudo ali era necessário: “tenho que levar a chapinha, se não meu cabelo não vai ficar bom”; “mas claro que preciso de vários sapatos, preciso me preparar para várias ocasiões”; “um óculos para entrar na piscina, um para ficar na área comum e outro para algum jantar especial”.
Olhando para seu marido ela questionou onde estaria a mala dele. Ele respondeu: “não preciso de mala, tudo que é necessário para minha felicidade já está dentro de mim”.
25.2.20
FELICIDADE (IN)CONSTANTE
Felicidade é um sentimento de momento. Conseguimos senti-la apenas por alguns instantes, pois, após um breve momento, ela escapa sem que percebamos.
Para que seja possível converter esse sentimento intermitente em algo contínuo, é necessária a fiscalização dos pensamentos a todo momento. Quando percebemos que um evento que nos trouxe a felicidade vai perdendo sua importância, devemos gerar outro de igual relevância para tomar o lugar de seu predecessor.
Esse novo fato que cause impacto na felicidade pode ser: uma lembrança; um sentimento de gratidão; uma antecipação de algo prazeroso que irá acontecer... Qualquer situação que nos traga conforto interno será uma ponte para a felicidade.
Inicialmente, serão percebidas grandes lacunas de momentos não felizes que serão difíceis de serem preenchidos. Após um pouco de prática, os espaços vazios vão sendo ocupados. Quando chegar à perfeição, a felicidade ocupará todo o tempo disponível.
Para que seja possível converter esse sentimento intermitente em algo contínuo, é necessária a fiscalização dos pensamentos a todo momento. Quando percebemos que um evento que nos trouxe a felicidade vai perdendo sua importância, devemos gerar outro de igual relevância para tomar o lugar de seu predecessor.
Esse novo fato que cause impacto na felicidade pode ser: uma lembrança; um sentimento de gratidão; uma antecipação de algo prazeroso que irá acontecer... Qualquer situação que nos traga conforto interno será uma ponte para a felicidade.
Inicialmente, serão percebidas grandes lacunas de momentos não felizes que serão difíceis de serem preenchidos. Após um pouco de prática, os espaços vazios vão sendo ocupados. Quando chegar à perfeição, a felicidade ocupará todo o tempo disponível.
24.2.20
SENTIMENTOS BLOQUEADOS
Emoções são os impulsos químicos que afloram sentimentos em nós. Usualmente, as emoções são categorizadas em: primárias; secundárias; e de fundo.
As emoções secundárias são aquelas que dependem da interação social entre pessoas para serem percebidas. Alguns dos sentimentos decorrentes das emoções secundárias são: entusiasmo; prazer; satisfação; e empatia.
Isso nos mostra que o isolamento de uma pessoa faz com que toda uma categoria de sentimentos não possa ser experienciada por ela. Assim, um jeito de potencializar os bons sentimentos percebidos é a interação saudável com outras pessoas.
As emoções secundárias são aquelas que dependem da interação social entre pessoas para serem percebidas. Alguns dos sentimentos decorrentes das emoções secundárias são: entusiasmo; prazer; satisfação; e empatia.
Isso nos mostra que o isolamento de uma pessoa faz com que toda uma categoria de sentimentos não possa ser experienciada por ela. Assim, um jeito de potencializar os bons sentimentos percebidos é a interação saudável com outras pessoas.
23.2.20
AMAR E SER AMADO 2/2
Ao fazermos as pessoas se sentirem queridas, estamos reconfortando seus corações. Em momentos de alegrias, agimos como um potencializador de bem-estar, e, em momentos de tristezas, exercemos um papel de bálsamo sobre o mal-estar.
Essas sensações que podem ser presenteadas ao próximo por nós, fazem com que ele tenha uma maior disposição para continuar perseguindo sua própria felicidade. Assim, nós acabamos colaborando com a felicidade alheia pelo simples fato de fazermos com que os outros se sintam amados.
O quanto mais fizermos questão de que as pessoas saibam que as amamos, mais elas terão forças para conquistar a tão desejada felicidade.
Essas sensações que podem ser presenteadas ao próximo por nós, fazem com que ele tenha uma maior disposição para continuar perseguindo sua própria felicidade. Assim, nós acabamos colaborando com a felicidade alheia pelo simples fato de fazermos com que os outros se sintam amados.
O quanto mais fizermos questão de que as pessoas saibam que as amamos, mais elas terão forças para conquistar a tão desejada felicidade.
~ Inspirado por:
“Eu acho que a melhor coisa que nós podemos fazer é deixar as pessoas saberem que cada uma delas são especiais.”
- Mr. Rogers (Ator)
22.2.20
AMAR E SER AMADO 1/2
Existem várias pessoas que nos amam pelo simples fato de sermos quem somos, mas tendemos a ignorar isso, desperdiçando uma boa oportunidade internalizar o amor.
Quando nos sentimos amados, sentimo-nos especiais, e tal sensação nos revigora, fazendo com que tenhamos forças parar continuar caminhando por nossa jornada. Esse sentimento, que nos possibilita tomar posse de boas energias, é chamado de gratidão.
A gratidão serve como uma recarga de forças que podemos exercer a qualquer momento e de uma maneira simples. Exercitá-la faz com que adquiramos a competência de concebê-la com uma maior frequência.
Quando nos sentimos amados, sentimo-nos especiais, e tal sensação nos revigora, fazendo com que tenhamos forças parar continuar caminhando por nossa jornada. Esse sentimento, que nos possibilita tomar posse de boas energias, é chamado de gratidão.
A gratidão serve como uma recarga de forças que podemos exercer a qualquer momento e de uma maneira simples. Exercitá-la faz com que adquiramos a competência de concebê-la com uma maior frequência.
~ Inspirado por:
“Apenas pegue um minuto e pense em todas as pessoas que nos amam por sermos quem somos.”
- Mr. Rogers (Ator)
21.2.20
O SALVADOR 2/2
Aquele jardim estava em guerra há mais de 10 anos com os moradores da casa. Eram várias agressões por parte do dono: lixo era arremessado; água não era compartilhada; e fogo era ateado. Por parte do jardim, haviam contra investidas: arranhar qualquer um que passasse por ali; envenenar os que tentassem saqueá-lo; e atrair insetos peçonhentos para invadirem a casa.
Quando os moradores se mudaram e chegou uma nova residente. A batalha continuou, mas somente por parte do jardim. Enquanto o jardim usava todas suas armas para tentar retaliar uma possível investida, a nova proprietária só semeava o amor: espirrava água por todos os cantos; medicava-o contra invasores; e recolhia qualquer impureza que encontrasse.
Foram vários dias fazendo o bem para o jardim e ele respondendo com o mal. Em dado momento ele parou, pois percebeu que não fazia sentido agredir uma pessoa que só proporcionava o bem.
Quando os moradores se mudaram e chegou uma nova residente. A batalha continuou, mas somente por parte do jardim. Enquanto o jardim usava todas suas armas para tentar retaliar uma possível investida, a nova proprietária só semeava o amor: espirrava água por todos os cantos; medicava-o contra invasores; e recolhia qualquer impureza que encontrasse.
Foram vários dias fazendo o bem para o jardim e ele respondendo com o mal. Em dado momento ele parou, pois percebeu que não fazia sentido agredir uma pessoa que só proporcionava o bem.
20.2.20
O SALVADOR 1/2
“Água mole em pedra dura tanto bate até que fura” é um ditado popular utilizado para fazer analogia sobre a persistência. Quando isso é somado com a máxima “amar o próximo como a si mesmo”, compreendemos que é necessário perseverar nas boas ações.
Não raramente, fazemos o bem e somos recompensados com o mal. Quando isso ocorre, uma briga interna ocorre em nós: responder igualmente ríspido; ou continuar amando e sendo agredido. No momento em que o ego nos domina, sentimos um impulso de responder proporcionalmente ao ataque que nos tenha sido desferido. Mas, na circunstância de continuarmos amando o próximo mesmo apanhando, podemos convertê-lo ao bem por meio do exemplo. A conversão pode ser demorada e podemos sofrer muito isso, mas seremos os responsáveis por salvar uma alma das trevas.
Não raramente, fazemos o bem e somos recompensados com o mal. Quando isso ocorre, uma briga interna ocorre em nós: responder igualmente ríspido; ou continuar amando e sendo agredido. No momento em que o ego nos domina, sentimos um impulso de responder proporcionalmente ao ataque que nos tenha sido desferido. Mas, na circunstância de continuarmos amando o próximo mesmo apanhando, podemos convertê-lo ao bem por meio do exemplo. A conversão pode ser demorada e podemos sofrer muito isso, mas seremos os responsáveis por salvar uma alma das trevas.
19.2.20
INVESTIMENTO NO PRÓXIMO
Toda interação que temos com outras pessoas pode ser vista como um investimento.
Alguns desses investimentos são de curto prazo, tendo um retorno em pouco tempo, mas outros pertencem ao longo prazo, restituindo-nos num futuro distante.
Esses investimentos vão rendendo consoante o primeiro aporte realizado. Caso o primeiro aporte seja uma atitude esnobe, os juros crescerão em cima disso até que o montante seja coletado. De mesma maneira, se o aporte inicial for um auxílio dado num momento de carência, os juros incidirão sobre ele até a devolução do montante.
A ação que se pratica cresce em importância conforme sua natureza e o tempo que se decorre.
Alguns desses investimentos são de curto prazo, tendo um retorno em pouco tempo, mas outros pertencem ao longo prazo, restituindo-nos num futuro distante.
Esses investimentos vão rendendo consoante o primeiro aporte realizado. Caso o primeiro aporte seja uma atitude esnobe, os juros crescerão em cima disso até que o montante seja coletado. De mesma maneira, se o aporte inicial for um auxílio dado num momento de carência, os juros incidirão sobre ele até a devolução do montante.
A ação que se pratica cresce em importância conforme sua natureza e o tempo que se decorre.
18.2.20
AS TREPADEIRAS
Dois pequenos brotos de trepadeiras estavam discutindo para onde iriam crescer. O pai disse, sabiamente, que eles deveriam ficar sempre próximos à haste de metal. Mas, como eles estavam naquele suporte desde que brotaram, decidiram ignorar o conselho do pai e se espalharam para longe da haste.
Quando estavam começando a ter um tamanho considerável, veio um homem e cortou-os ao meio. Mas isso não os impediu de sonharem, fazendo com que eles continuassem insistindo nessa ideia. Entretanto, sempre que estavam se distanciando da haste, aquele homem retornava e mutilava-os.
Um dos brotos era extremamente arrogante, e decidiu travar essa batalha até o fim de sua vida. Já o outro, se arrependeu de não ter ouvido o conselho de seu pai e decidiu regressar para sua antiga casa, permanecendo por lá.
Enquanto um dos brotos foi incapaz de reconhecer seu erro e sofreu por toda sua vida, o outro conseguiu admitir estar enganado e se reestruturou para ser feliz.
Quando estavam começando a ter um tamanho considerável, veio um homem e cortou-os ao meio. Mas isso não os impediu de sonharem, fazendo com que eles continuassem insistindo nessa ideia. Entretanto, sempre que estavam se distanciando da haste, aquele homem retornava e mutilava-os.
Um dos brotos era extremamente arrogante, e decidiu travar essa batalha até o fim de sua vida. Já o outro, se arrependeu de não ter ouvido o conselho de seu pai e decidiu regressar para sua antiga casa, permanecendo por lá.
Enquanto um dos brotos foi incapaz de reconhecer seu erro e sofreu por toda sua vida, o outro conseguiu admitir estar enganado e se reestruturou para ser feliz.
17.2.20
JULGAMENTO ALHEIO
É comum a irritação com outros por atitudes que frustrem nossas expectativas. Mas essa cobrança realizada com terceiros é mais severa quando comparada com a exercida sobre nós mesmos.
Quando falhamos em algo, compreendemos nosso erro e nos propomos a sermos melhores. Mas, quando outros falham, temos dificuldade de aplicar a indulgência, julgando-os como pessoas más ou incompetentes.
Assim, não temos o direito de nos irritar com atitudes alheias, porque, comumente, temos um comportamento tão imperfeito quanto o próximo.
Quando falhamos em algo, compreendemos nosso erro e nos propomos a sermos melhores. Mas, quando outros falham, temos dificuldade de aplicar a indulgência, julgando-os como pessoas más ou incompetentes.
Assim, não temos o direito de nos irritar com atitudes alheias, porque, comumente, temos um comportamento tão imperfeito quanto o próximo.
~ Inspirado por:
"Não podemos exigir que os outros sejam como queremos. Pois nem nós o somos."
- Lao-Tsé (Filósofo chinês)
16.2.20
PARASITISMO E MUTUALISMO
O mutualismo e o parasitismo são meios de interações entre seres vivos. A diferença básica é que, enquanto no mutualismo os dois seres coletam benefícios da interação, no parasitismo um dos seres prejudica o outro para ter seu benefício.
Quando existe uma situação de parasitismo, o organismo que se porta como hospedeiro tentará eliminar seu agressor por técnicas destrutivas. Como por exemplo o corpo humano se aquecer para tentar combater o vírus da gripe (causando a febre).
Numa situação de mutualismo, os organismos buscam o bem-estar do próximo, pois, somente assim, poderão tirar proveitos da situação. Isso é facilmente observado numa relação entre formigas e árvores, enquanto as formigas protegem as árvores de agressores externos, as árvores dão frutos para que as formigas possam se alimentar.
Assim, sempre que alguém causar o mal, sofrerá alguma represália, mas, quando responder ao bem na mesma moeda, gerará um ciclo de benefícios.
Quando existe uma situação de parasitismo, o organismo que se porta como hospedeiro tentará eliminar seu agressor por técnicas destrutivas. Como por exemplo o corpo humano se aquecer para tentar combater o vírus da gripe (causando a febre).
Numa situação de mutualismo, os organismos buscam o bem-estar do próximo, pois, somente assim, poderão tirar proveitos da situação. Isso é facilmente observado numa relação entre formigas e árvores, enquanto as formigas protegem as árvores de agressores externos, as árvores dão frutos para que as formigas possam se alimentar.
Assim, sempre que alguém causar o mal, sofrerá alguma represália, mas, quando responder ao bem na mesma moeda, gerará um ciclo de benefícios.
15.2.20
FÉ INTERNA E FÉ EXTERNA
A fé interna é o motor propulsor da vida, é o sentimento de que a vitória será atingida se o trabalho for realizado.
Quando temos a fé em nós mesmos reforçada, acreditamos que somos capazes de enfrentar qualquer problema que tivermos pela frente. Mas podemos nos deparar com uma situação que nos derrote, quebrando toda nossa fé interna e nos fazendo questionar se somos capazes.
A fé externa é a salvaguarda de nossa sanidade, é o sentimento de que podemos confiar em tal fator externo porque é certeiro. Tal fé faz com que consigamos prosseguir nossa jornada, mesmo quando estamos incertos de nós mesmos. Até o momento em que essa fé for mantida, conseguiremos nos manter firmes e lutando pelo que queremos.
Quando temos a fé em nós mesmos reforçada, acreditamos que somos capazes de enfrentar qualquer problema que tivermos pela frente. Mas podemos nos deparar com uma situação que nos derrote, quebrando toda nossa fé interna e nos fazendo questionar se somos capazes.
A fé externa é a salvaguarda de nossa sanidade, é o sentimento de que podemos confiar em tal fator externo porque é certeiro. Tal fé faz com que consigamos prosseguir nossa jornada, mesmo quando estamos incertos de nós mesmos. Até o momento em que essa fé for mantida, conseguiremos nos manter firmes e lutando pelo que queremos.
14.2.20
ESPERA E ALCANÇA
Esperança pode ser compreendida como a formação das palavras espera e alcança tanto em sentido semântico (sinonímia) quanto em sentido visual (ESPERA + alcANÇA).
Em sentido semântico, porque a esperança é uma espera realizada para alcançar um desejo futuro. Entretanto, a espera descrita não é em um sentido passivo, no qual nada é feito enquanto se aguarda, mas em um sentido ativo, no qual se trabalha em prol do que se desejo.
A esperança se manterá viva enquanto houver um empenho em prol do que se ambicione. Mas, quando todas as ações dedicadas a um propósito se extinguirem, a esperança se extinguirá.
Em sentido semântico, porque a esperança é uma espera realizada para alcançar um desejo futuro. Entretanto, a espera descrita não é em um sentido passivo, no qual nada é feito enquanto se aguarda, mas em um sentido ativo, no qual se trabalha em prol do que se desejo.
A esperança se manterá viva enquanto houver um empenho em prol do que se ambicione. Mas, quando todas as ações dedicadas a um propósito se extinguirem, a esperança se extinguirá.
13.2.20
SER A MELHOR EXPECTATIVA
Ao aceitar nossa mediocridade, abrimos mão de nos transformar em algo excepcional.
Quando sonhamos com nosso futuro, não devemos nos contentar com menos do que podemos ser. É necessário sempre focar em nossa primazia e acreditar que possamos atingir tal patamar, sempre lutando para transformar esse sonho em realidade.
Pois, na situação de desistirmos e abraçarmos nosso lado ordinário, seremos indiferentes aos olhos do mundo. Assemelhando-nos a um qualquer que não agrega valor na humanidade.
Devemos lutar para que possamos nos tornar nossa maior expectativa, aperfeiçoando o nosso ser e o mundo do qual fazemos parte.
Quando sonhamos com nosso futuro, não devemos nos contentar com menos do que podemos ser. É necessário sempre focar em nossa primazia e acreditar que possamos atingir tal patamar, sempre lutando para transformar esse sonho em realidade.
Pois, na situação de desistirmos e abraçarmos nosso lado ordinário, seremos indiferentes aos olhos do mundo. Assemelhando-nos a um qualquer que não agrega valor na humanidade.
Devemos lutar para que possamos nos tornar nossa maior expectativa, aperfeiçoando o nosso ser e o mundo do qual fazemos parte.
12.2.20
ORAÇÃO DO APERFEIÇOAMENTO
Pai,
Sei que não sou perfeito, estou longe disso.
Gostaria de pedir auxílio para me tornar uma pessoa mais completa, qualquer ajuda que me impulsione rumo à perfeição será bem-vinda.
Minha motivação não é egoísta. Quero me tornar mais completo para me sentir melhor, é verdade. Mas também para que eu consiga amparar meus irmãos nos momentos de dificuldades, assim como você o faz comigo.
Tenho consciência de que não serei abençoado com o aperfeiçoamento, terei que trabalhar muito para alcançá-lo. Estou disposto a empregar minhas horas com o propósito de me desenvolver, deixando de lado tudo o que me impossibilite de ser melhor.
Então, se essa for sua vontade, peço que me acolha em seus braços e me instrua ao bem, para que eu possa acolher meus irmãos e instruí-los também.
Sei que não sou perfeito, estou longe disso.
Gostaria de pedir auxílio para me tornar uma pessoa mais completa, qualquer ajuda que me impulsione rumo à perfeição será bem-vinda.
Minha motivação não é egoísta. Quero me tornar mais completo para me sentir melhor, é verdade. Mas também para que eu consiga amparar meus irmãos nos momentos de dificuldades, assim como você o faz comigo.
Tenho consciência de que não serei abençoado com o aperfeiçoamento, terei que trabalhar muito para alcançá-lo. Estou disposto a empregar minhas horas com o propósito de me desenvolver, deixando de lado tudo o que me impossibilite de ser melhor.
Então, se essa for sua vontade, peço que me acolha em seus braços e me instrua ao bem, para que eu possa acolher meus irmãos e instruí-los também.
11.2.20
CORRIDA DA VIDA
Uma analogia pode ser feita entre a facilidade de lidar com os problemas em nossa vida e um carro percorrendo um percurso.
Sempre que estamos em uma reta sem obstáculos, conseguimos acelerar até a maior velocidade possível. Mas, ao observarmos uma curva, reduzimos nossa velocidade para que não soframos um acidente.
Quando um deslize na condução implica uma derrapagem, a falta de atrito com o solo faz com que o controle seja perdido e sejamos arrastados para uma direção contrária à nossa vontade até que consigamos parar e reestabelecer o controle.
E, no cenário de sair da pista, vamos tentar voltar, mas acabaremos tendo muita dificuldade por não estarmos adaptados àquela superfície.
Sempre que estamos em uma reta sem obstáculos, conseguimos acelerar até a maior velocidade possível. Mas, ao observarmos uma curva, reduzimos nossa velocidade para que não soframos um acidente.
Quando um deslize na condução implica uma derrapagem, a falta de atrito com o solo faz com que o controle seja perdido e sejamos arrastados para uma direção contrária à nossa vontade até que consigamos parar e reestabelecer o controle.
E, no cenário de sair da pista, vamos tentar voltar, mas acabaremos tendo muita dificuldade por não estarmos adaptados àquela superfície.
10.2.20
AVENTURA E ROTINA
A rotina é como um veneno reconfortante.
Quando experimentado em uma dose mínima, ocorre uma pequena sensação de prazer e uma leve vontade de repeti-la.
Ao repetir o comportamento algumas vezes, a sensação de prazer se reforça e é somada a uma grande vontade de continuar na rotina, mas ocorre um leve mal-estar interno.
O passo final é a dependência completa, existindo uma necessidade crucial de continuar dentro da rotina para que o prazer seja sentido, mas esse pouco prazer é contrabalanceado com um grande mal-estar.
Esse mal-estar pode se apresentar como: crise existencial; depressão; solidão; apatia; e outros. E para se libertar dessas sensações, é necessário se aventurar fora da zona de conforto.
Quando experimentado em uma dose mínima, ocorre uma pequena sensação de prazer e uma leve vontade de repeti-la.
Ao repetir o comportamento algumas vezes, a sensação de prazer se reforça e é somada a uma grande vontade de continuar na rotina, mas ocorre um leve mal-estar interno.
O passo final é a dependência completa, existindo uma necessidade crucial de continuar dentro da rotina para que o prazer seja sentido, mas esse pouco prazer é contrabalanceado com um grande mal-estar.
Esse mal-estar pode se apresentar como: crise existencial; depressão; solidão; apatia; e outros. E para se libertar dessas sensações, é necessário se aventurar fora da zona de conforto.
~ Inspirado por:
“Se você pensa que a aventura é perigosa, eu sugiro que você experimente a rotina. É mortal.”
- Paulo Coelho (Escritor)
9.2.20
NÃO CONDENARÁS
A síndrome do patinho feio é um transtorno patológico que faz as pessoas sentirem uma preocupação por alguma característica própria. É comum esse transtorno surgir quando existe uma pressão (interna ou externa) para que a pessoa se adeque ao meio. Não necessariamente será apontada uma característica física, pode ser que o ponto de polêmica seja um aspecto emocional ou cognitivo.
Essa pressão de se adequar ao meio faz com que a pessoa se iniba e deixe de conhecer a si mesma, sendo aprisionada em um condicionamento alheio. Mas pode ocorrer de a peculiaridade da pessoa ser mais proveitosa que o convencional, fazendo com que seja benéfico ter tal peculiaridade.
Assim, percebe-se que é necessário não condenar o comportamento alheio, mas estudar e aprender com ele.
Essa pressão de se adequar ao meio faz com que a pessoa se iniba e deixe de conhecer a si mesma, sendo aprisionada em um condicionamento alheio. Mas pode ocorrer de a peculiaridade da pessoa ser mais proveitosa que o convencional, fazendo com que seja benéfico ter tal peculiaridade.
Assim, percebe-se que é necessário não condenar o comportamento alheio, mas estudar e aprender com ele.
8.2.20
O CÁGADO DEFORMADO
Arlete, um lindo cágado, teve uma surpresa em sua primeira ninhada. Havia deixado no canto do jardim 5 belos ovos, mas quando voltou se deparou com 6 filhos.
Não bastasse esse fato curioso, 5 eram similares a ela, mas 1 era completamente deformado. Enquanto os perfeitos tinham seu casco para proteção própria, o defeituoso parecia ter nascido sem nada. Mas eles não se diferenciavam apenas na aparência, enquanto os bonitinhos conseguiam nadar perfeitamente, o feioso só se debatia e pedia ajuda de sua mãe.
Carlinhos se esforçava muito, mas nunca conseguia ser bom como seus irmãos, ele era horrível em tudo! Talvez um dia ele descubra que seu lugar não é no chão ou na água, mas no céu ao lado de outras águias.
Não bastasse esse fato curioso, 5 eram similares a ela, mas 1 era completamente deformado. Enquanto os perfeitos tinham seu casco para proteção própria, o defeituoso parecia ter nascido sem nada. Mas eles não se diferenciavam apenas na aparência, enquanto os bonitinhos conseguiam nadar perfeitamente, o feioso só se debatia e pedia ajuda de sua mãe.
Carlinhos se esforçava muito, mas nunca conseguia ser bom como seus irmãos, ele era horrível em tudo! Talvez um dia ele descubra que seu lugar não é no chão ou na água, mas no céu ao lado de outras águias.
~ Inspirado por:
“Por que se encaixar quando você foi feito para se destacar?”
- Dr. Seuss (Escritor)
7.2.20
INCLUSÃO NO APRENDIZADO
A inclusão é algo essencial para o aprendizado. É possível recordar um ensinamento mesmo quando ele for transmitido verbalmente, mas ele não será aprendido em sua integralidade pelo fato de ser exigido muito mais que uma simples informação para que o aprendizado seja devidamente assimilado.
Para que conceitos abstratos como solidariedade, perdão ou amor sejam concebidos por crianças, não basta explicar o que significam, é necessário incluí-la no processo para que ela se ilumine.
Para que o aprendizado seja devidamente assimilado, não basta estar presente, é necessário fazer parte.
Para que conceitos abstratos como solidariedade, perdão ou amor sejam concebidos por crianças, não basta explicar o que significam, é necessário incluí-la no processo para que ela se ilumine.
Para que o aprendizado seja devidamente assimilado, não basta estar presente, é necessário fazer parte.
~ Inspirado por:
“Me diga e eu esquecerei. Me ensine e eu lembrarei. Me inclua e eu aprenderei.”
- Anne With an E (Seriado)
6.2.20
FOCAR NO PRÓXIMO
A depressão é um sentimento no qual o interesse em si próprio é completamente perdido, fazendo com que as energias vitais sejam dissipadas. Esse esgotamento energético ocorre, principalmente, porque a vida é focada no próprio indivíduo e, quando esse encanto com si mesmo desaparece, não existe razão para viver.
Para que nossa energia vital volte a fluir, devemos parar de focar em nossa própria felicidade (pelo fato de não termos interesse algum em nós mesmos) e voltar nossa atenção ao próximo (pelo fato de podermos criar um interesse genuíno).
Conforme vamos nos afeiçoando a outras pessoas, vamos restaurando as energias necessárias para cumprir nossas atividades.
Para que nossa energia vital volte a fluir, devemos parar de focar em nossa própria felicidade (pelo fato de não termos interesse algum em nós mesmos) e voltar nossa atenção ao próximo (pelo fato de podermos criar um interesse genuíno).
Conforme vamos nos afeiçoando a outras pessoas, vamos restaurando as energias necessárias para cumprir nossas atividades.
5.2.20
AUTOPIEDADE E ASSIMILAÇÃO
Quando incorremos em alguma tragédia, utilizamos um mecanismo de autopiedade para justificar nossa tristeza. Ao invés de buscarmos uma superação do que nos tenha sido imposto e seguir em frente, sentimos uma necessidade de nos martirizarmos.
Isso ocorre porque é preciso enfrentar uma grande luta para superar essa tragédia, fazendo com que seja mais conveniente procrastinar sua superação e viver num sofrimento no qual não seja necessário o esforço.
Mas, em algum momento, será preciso sair dessa autopiedade e superar a tragédia. Quanto mais tempo ficarmos em nossa autopiedade, mais sofreremos de maneira desnecessária. E, quão mais rápida ela for superada, mais rápido voltaremos à felicidade.
Isso ocorre porque é preciso enfrentar uma grande luta para superar essa tragédia, fazendo com que seja mais conveniente procrastinar sua superação e viver num sofrimento no qual não seja necessário o esforço.
Mas, em algum momento, será preciso sair dessa autopiedade e superar a tragédia. Quanto mais tempo ficarmos em nossa autopiedade, mais sofreremos de maneira desnecessária. E, quão mais rápida ela for superada, mais rápido voltaremos à felicidade.
4.2.20
CONSCIENTIZAÇÃO DE VIDA
No começo da vida, o único interesse do bebê é consigo mesmo, não sendo capaz de reconhecer importância alguma naqueles que o cerquem. Conforme ele cresce, toma consciência da importância de seus pais e passa a se preocupar com eles.
Com o transcorrer dos anos, a criança vai se relacionando com todos seus parentes e expande esse círculo de importância, considerando-os significativos. Quando ela começa a conviver com pessoas externas à família, compreende que a relevância das pessoas não está em laços consanguíneos, mas, sim, em proximidade.
O próximo passo da conscientização é perceber que a verdadeira proximidade não é a física, mas a de afinidade interna. Somente assim é possível estabelecer uma empatia verdadeira com todos que já passaram por nossas vidas.
Com o transcorrer dos anos, a criança vai se relacionando com todos seus parentes e expande esse círculo de importância, considerando-os significativos. Quando ela começa a conviver com pessoas externas à família, compreende que a relevância das pessoas não está em laços consanguíneos, mas, sim, em proximidade.
O próximo passo da conscientização é perceber que a verdadeira proximidade não é a física, mas a de afinidade interna. Somente assim é possível estabelecer uma empatia verdadeira com todos que já passaram por nossas vidas.
3.2.20
ROCKY BALBOA
Sylvester Stallone, ao escrever o roteiro do filme “Rocky Balboa”, criou um discurso dizendo que “Ninguém vai bater tão duro quanto a vida. Mas, não se trata de bater duro, se trata de quanto você aguenta apanhar e seguir em frente.”
Isso nos mostra que evitar a falha não é um fator essencial ao sucesso, mas, sim, conseguir se recuperar e continuar lutando. Todos sofrem quedas, perdas e derrotas, mas somente os fortes se levantam e tentam de novo.
Por mais que a vida nos bata e nos faça cair, uma hora ela cansa.
Isso nos mostra que evitar a falha não é um fator essencial ao sucesso, mas, sim, conseguir se recuperar e continuar lutando. Todos sofrem quedas, perdas e derrotas, mas somente os fortes se levantam e tentam de novo.
Por mais que a vida nos bata e nos faça cair, uma hora ela cansa.
2.2.20
RACIONALIZAÇÃO DO MEDO
Precaução é um cuidado especial que se adota para não sofrer um possível mal. Medo é um excesso de zelo tomado para se resguardar de uma situação cujo dano seja supervalorizado. Ou seja, a precaução é uma proteção racional para não sofrer e o medo é uma defesa desproporcional que afeta negativamente o indivíduo.
Quando esse medo extrapola a realidade, ele pode bloquear realizações necessárias à felicidade. Assim, para superar um medo e compreendê-lo em sua devida magnitude, é necessário reforçar a fé no racional.
Essa superação do medo com a fé é uma etapa difícil, mas, depois que completada pela primeira vez, será possível racionalizar o medo e compreendê-lo em sua devida grandeza, fazendo com que ele se transforme em uma simples preocupação.
Quando esse medo extrapola a realidade, ele pode bloquear realizações necessárias à felicidade. Assim, para superar um medo e compreendê-lo em sua devida magnitude, é necessário reforçar a fé no racional.
Essa superação do medo com a fé é uma etapa difícil, mas, depois que completada pela primeira vez, será possível racionalizar o medo e compreendê-lo em sua devida grandeza, fazendo com que ele se transforme em uma simples preocupação.
1.2.20
OS ESPARTANOS
Quando os persas tentaram invadir a Grécia com um exército de 1 milhão de pessoas, foram detidos bravamente por 300 espartanos. O fator principal que fez esses poucos soldados deterem o grande contingente estrangeiro foi o treinamento intensivo voltado para o combate.
Essa contínua prática voltada para o combate representava um propósito de vida para eles, fazendo-os estarem sempre preparados para um possível surgimento de conflito.
Nós podemos nos portar como persas ou como espartanos. Como persas, não teremos a necessidade de ter um propósito para nossas vidas e vamos vivendo conforme as circunstâncias nos envolvam. Mas, como espartanos, definiremos um propósito para nossas vidas e trabalharemos continuamente para consumá-lo.
Se formos persas, não nos esforçaremos e cairemos em ostracismo. Mas, se formos espartanos, teremos muito trabalhos e rumaremos para a glória de cumprir nossos objetivos.
Essa contínua prática voltada para o combate representava um propósito de vida para eles, fazendo-os estarem sempre preparados para um possível surgimento de conflito.
Nós podemos nos portar como persas ou como espartanos. Como persas, não teremos a necessidade de ter um propósito para nossas vidas e vamos vivendo conforme as circunstâncias nos envolvam. Mas, como espartanos, definiremos um propósito para nossas vidas e trabalharemos continuamente para consumá-lo.
Se formos persas, não nos esforçaremos e cairemos em ostracismo. Mas, se formos espartanos, teremos muito trabalhos e rumaremos para a glória de cumprir nossos objetivos.
31.1.20
MENTALIZAÇÃO
Mentalizar é o ato de adotar uma informação na mente, tratando-a como verídica.
Uma pessoa que tenha o corpo saudável, caso comece a mentalizar que esteja adoecida, fará com que o cérebro acredite na mentira e trabalhe de acordo (tratando o corpo como enfermo).
Por outro lado, se uma pessoa estiver triste e começar a mentalizar que está cheia de energia, o cérebro irá processar essa informação e transformar esse desejo em realidade.
A arte de mentalizar é simplesmente trazer o imaginário para a realidade com o uso do pensamento. É uma espécie de profecia auto realizável que pode englobar toda a realidade da pessoa que a conjecture.
Uma pessoa que tenha o corpo saudável, caso comece a mentalizar que esteja adoecida, fará com que o cérebro acredite na mentira e trabalhe de acordo (tratando o corpo como enfermo).
Por outro lado, se uma pessoa estiver triste e começar a mentalizar que está cheia de energia, o cérebro irá processar essa informação e transformar esse desejo em realidade.
A arte de mentalizar é simplesmente trazer o imaginário para a realidade com o uso do pensamento. É uma espécie de profecia auto realizável que pode englobar toda a realidade da pessoa que a conjecture.
30.1.20
CÉU E INFERNO
Costuma-se dizer que as pessoas que praticam o mal irão para o inferno, onde serão castigadas, enquanto as que praticam o bem irão para o céu, onde serão presenteadas com a felicidade.
Pode-se observar que o destino da pessoa é determinado pelas suas próprias atitudes. Assim, o inferno (não fisicamente, mas a ideia de sua constituição) não é um local de penalidade, mas um local de justiça. De maneira similar, como o céu não é uma benção, mas um direito conquistado pela pessoa.
A compreensão disso faz parte do entendimento de que nossas ações são as únicas responsáveis por definirem o destino de nossa jornada.
Pode-se observar que o destino da pessoa é determinado pelas suas próprias atitudes. Assim, o inferno (não fisicamente, mas a ideia de sua constituição) não é um local de penalidade, mas um local de justiça. De maneira similar, como o céu não é uma benção, mas um direito conquistado pela pessoa.
A compreensão disso faz parte do entendimento de que nossas ações são as únicas responsáveis por definirem o destino de nossa jornada.
29.1.20
ABRAÇAR O BEM, COSTAS AO MAL
Quando nos dedicamos às boas influências, deixamos, automaticamente, de flertar com as influências negativas.
Nossa atenção capta somente fatos que estejam alinhados com nossos pensamentos, fazendo com que qualquer acontecimento não mentalizado seja ignorado.
Assim, quando estivermos empenhados no bem, qualquer agressão moral que nos tenha como destino, não nos atingirá.
Nossa atenção capta somente fatos que estejam alinhados com nossos pensamentos, fazendo com que qualquer acontecimento não mentalizado seja ignorado.
Assim, quando estivermos empenhados no bem, qualquer agressão moral que nos tenha como destino, não nos atingirá.
~ Inspirado por:
“Vire seu rosto para o sol e as sombras cairão atrás de você.”
- Provérbio Maori
28.1.20
LIBERTAÇÃO DE VÍCIO
O triunfo sobre uma causa gera um prazer proporcional à sua dificuldade e, quando essa causa é como um vício, o deleite é sentido em dobro.
Isso ocorre por dois motivos. O primeiro é que o vício gera uma grande dependência da pessoa, sendo extremamente difícil e recompensador se livrar dele. O segundo é o fato de o vício ser uma compulsão prejudicial à pessoa, fazendo com que sua suspensão cesse o mal-estar sentido.
Então, quando um vício é superado, existe tanto a satisfação de superar uma dificuldade, quanto a interrupção de um desconforto.
Isso ocorre por dois motivos. O primeiro é que o vício gera uma grande dependência da pessoa, sendo extremamente difícil e recompensador se livrar dele. O segundo é o fato de o vício ser uma compulsão prejudicial à pessoa, fazendo com que sua suspensão cesse o mal-estar sentido.
Então, quando um vício é superado, existe tanto a satisfação de superar uma dificuldade, quanto a interrupção de um desconforto.
~ Inspirado por:
“Procura a satisfação de veres morrer os teus vícios antes de ti.”
- Sêneca (Filósofo Romano)
27.1.20
SER A PRÓPRIA MÉTRICA 2/2
Roberta, quando criança, viveu em uma casa conturbada. Sempre que alguém era indelicado com outra pessoa, a situação escalonava e terminava em uma briga que envolvia a todos.
Hoje, Roberta está casada com Bruno. Quando estão adentrando em uma discussão, qualquer sinal de impolidez dele é o suficiente para que Roberta reaja chorando de maneira triste e se afaste.
Bruno diz que ela faz uma tempestade em copo d’água. De fato, ela o faz, mas Bruno não consegue compreender o porquê essas nuvens da tempestade se formam.
Hoje, Roberta está casada com Bruno. Quando estão adentrando em uma discussão, qualquer sinal de impolidez dele é o suficiente para que Roberta reaja chorando de maneira triste e se afaste.
Bruno diz que ela faz uma tempestade em copo d’água. De fato, ela o faz, mas Bruno não consegue compreender o porquê essas nuvens da tempestade se formam.
26.1.20
SER A PRÓPRIA MÉTRICA 1/2
Protágoras, quando disse “O homem é a medida de todas as coisas daquelas que são por aquilo que são e daquelas que não são por aquilo que não são.”, estava ponderando sobre a individualidade de que cada ser tem ao fazer uso da própria capacidade cognitiva. Enquanto uma pessoa musculosa julga fácil carregar 50kg nas costas, alguém que seja franzino pode julgar impossível.
Isso ocorre de maneira similar no campo ético de cada um. Uma pessoa pode julgar a traição como algo banal ou como uma aberração, consoante seu caráter. Ao assimilarmos que o ser é a própria métrica das coisas, compreendemos que o posicionamento acerca da traição é somente um reflexo da constituição ética do indivíduo.
Assim, os posicionamentos alheios não devem ser percebidos como uma agressão, mas como um reflexo da própria pessoa.
Isso ocorre de maneira similar no campo ético de cada um. Uma pessoa pode julgar a traição como algo banal ou como uma aberração, consoante seu caráter. Ao assimilarmos que o ser é a própria métrica das coisas, compreendemos que o posicionamento acerca da traição é somente um reflexo da constituição ética do indivíduo.
Assim, os posicionamentos alheios não devem ser percebidos como uma agressão, mas como um reflexo da própria pessoa.
25.1.20
APERFEIÇOAMENTO PRÓPRIO
Quando praticamos continuamente uma atividade física, aperfeiçoamos nosso desempenho em pontos distintos: memória muscular; e desenvolvimento de novas técnicas.
A memória muscular ocorre quando o músculo se adequa à atividade praticada, sendo uma reação física do corpo. E o desenvolvimento de novas técnicas acontece quando o padrão de execução é alterado com o intuito de gerar um melhor desempenho, caracterizando uma mudança de comportamento decorrente de uma análise da atividade.
Assim como nas atividades físicas, o aperfeiçoamento das atividades mentais decorre dos mesmos dois pontos: prática; e análise. Somente nos tornaremos mais completos quando refletirmos sobre o que fazemos.
A memória muscular ocorre quando o músculo se adequa à atividade praticada, sendo uma reação física do corpo. E o desenvolvimento de novas técnicas acontece quando o padrão de execução é alterado com o intuito de gerar um melhor desempenho, caracterizando uma mudança de comportamento decorrente de uma análise da atividade.
Assim como nas atividades físicas, o aperfeiçoamento das atividades mentais decorre dos mesmos dois pontos: prática; e análise. Somente nos tornaremos mais completos quando refletirmos sobre o que fazemos.
24.1.20
PORTADORA DE LUZ
Natália é definitivamente um ser de luz. Por onde ela anda, as trevas se escondem e o esplendor domina.
São poucos os que dominam esta competência de aconchegar a luz dentro de si, afinal, são muitos anos de aprendizado. Aqueles que não detêm a habilidade de ser um portador de luz sentem prazer pela simples aproximação de um ser iluminado. Pois tal proximidade faz com que eles tenham a impressão de que dominem a luz pelo simples fato de ela refletir neles, trazendo uma sensação de iluminação interna, mas que se esvanece na distância.
Natália sabe que nem todos estão prontos para ser morada da luz, mas não se importa. Ela se faz presente para quem quer que precise, auxiliando com sua luz nos momentos alheios de escuridão.
São poucos os que dominam esta competência de aconchegar a luz dentro de si, afinal, são muitos anos de aprendizado. Aqueles que não detêm a habilidade de ser um portador de luz sentem prazer pela simples aproximação de um ser iluminado. Pois tal proximidade faz com que eles tenham a impressão de que dominem a luz pelo simples fato de ela refletir neles, trazendo uma sensação de iluminação interna, mas que se esvanece na distância.
Natália sabe que nem todos estão prontos para ser morada da luz, mas não se importa. Ela se faz presente para quem quer que precise, auxiliando com sua luz nos momentos alheios de escuridão.
23.1.20
RECOMEÇAR
A vida é cheia de reviravoltas, algumas são percebidas como uma triste catástrofe por frustrarem nossos planos, outras são vistas como verdadeiros presentes por nos darem um benefício inesperado.
Quando somos abençoados por algo favorável, ficamos felizes e seguimos em frente com nossos planos, mas, quando nossos planos são frustrados, temos vontade de abandonar tudo e desistir. Não importa se o contratempo impactou pouco ou muito em nossos planos, o desejo sempre será o abandono do projeto, mas esse é o momento em que se deve angariar forças e lutar.
Refazer algo que já fora feito será sempre um aborrecimento, por ser algo repetitivo e sem desafios na execução. Entretanto, o que passa despercebido é que esse novo desafio não está na jornada em si, mas em repetir a mesma jornada diante da nova adversidade (o aborrecimento). Esse pensamento faz com que a motivação seja recuperada, gerando a vontade de triunfar e dando o prosseguimento no projeto.
Quando somos abençoados por algo favorável, ficamos felizes e seguimos em frente com nossos planos, mas, quando nossos planos são frustrados, temos vontade de abandonar tudo e desistir. Não importa se o contratempo impactou pouco ou muito em nossos planos, o desejo sempre será o abandono do projeto, mas esse é o momento em que se deve angariar forças e lutar.
Refazer algo que já fora feito será sempre um aborrecimento, por ser algo repetitivo e sem desafios na execução. Entretanto, o que passa despercebido é que esse novo desafio não está na jornada em si, mas em repetir a mesma jornada diante da nova adversidade (o aborrecimento). Esse pensamento faz com que a motivação seja recuperada, gerando a vontade de triunfar e dando o prosseguimento no projeto.
22.1.20
APROVEITAR O TEMPO
Diariamente, ganha-se 1.140 minutos para que sejam utilizados da maneira que bem entender. Mas, não raramente, é feita uma má utilização do tempo que é dado.
Ao invés de otimizar o aproveitamento do tempo buscando a felicidade que mora dentro de cada um, prefere-se inflar o próprio ego. Muitos pensam que a felicidade consiste em viver em redes sociais, seja para invejar ou ser invejado.
Não perca seus minutos satisfazendo o próprio ego e o ego alheio, mas invista-os na busca da própria felicidade.
Ao invés de otimizar o aproveitamento do tempo buscando a felicidade que mora dentro de cada um, prefere-se inflar o próprio ego. Muitos pensam que a felicidade consiste em viver em redes sociais, seja para invejar ou ser invejado.
Não perca seus minutos satisfazendo o próprio ego e o ego alheio, mas invista-os na busca da própria felicidade.
~ Inspirado por:
“A vida já é curta, mas nós tornamo-la ainda mais curta desperdiçando tempo.”
- Victor Hugo (Escritor Francês)
21.1.20
TRANSMUTAR EM GRATIDÃO 2/2
Ao beber um copo de água, saciamos nossa sede, mas podemos muito mais que isso. Podemos apreciar o fim do desconforto de uma garganta seca, podemos sentir a satisfação de refrescar uma parte do corpo com um líquido gelado, ou podemos nos sentir abençoados por termos o que beber quando muitos não o tem.
Igualmente, podemos tropeçar, machucando o pé, e reclamar do que aconteceu. Como também podemos agradecer por não ter sido nada mais grave, podemos ficar feliz por termos como remediar nossos ferimentos, ou podemos nos sentir mais completos por ter aprendido com o nosso erro.
Quando algo acontece conosco, temos a liberdade de decidir como lidar com o evento. Numa mesma situação, uma pessoa pode lidar com ela reclamando, enquanto outra pode lidar de uma maneira feliz. A arte de transmutar qualquer circunstância em gratidão é o segredo da paz interior.
Igualmente, podemos tropeçar, machucando o pé, e reclamar do que aconteceu. Como também podemos agradecer por não ter sido nada mais grave, podemos ficar feliz por termos como remediar nossos ferimentos, ou podemos nos sentir mais completos por ter aprendido com o nosso erro.
Quando algo acontece conosco, temos a liberdade de decidir como lidar com o evento. Numa mesma situação, uma pessoa pode lidar com ela reclamando, enquanto outra pode lidar de uma maneira feliz. A arte de transmutar qualquer circunstância em gratidão é o segredo da paz interior.
20.1.20
TRANSMUTAR EM GRATIDÃO 1/2
Qualquer fato que impacte em nossa vida é julgado numa métrica que vai de gratidão extrema a repúdio total. Entretanto, a maior parte dos acontecimentos passa despercebida pelas pessoas, caindo num sentimento de indiferença por quem o presencie.
Qualquer fato que ocorra é possível de ser dissecado e estudado com a intenção de buscar fatores que os transformem em verdadeiras dádivas aos nossos olhos. Ou seja, temos o potencial de transformar um acontecimento banal em um milagre.
Observar tudo que nos cerca com um sentimento de gratidão é difícil e requer muita prática, mas é possível e é o caminho para a felicidade.
Qualquer fato que ocorra é possível de ser dissecado e estudado com a intenção de buscar fatores que os transformem em verdadeiras dádivas aos nossos olhos. Ou seja, temos o potencial de transformar um acontecimento banal em um milagre.
Observar tudo que nos cerca com um sentimento de gratidão é difícil e requer muita prática, mas é possível e é o caminho para a felicidade.
~ Inspirado por:
“A menos que você aceite com gratidão tudo o que a vida traz, você está deixando escapar o sentido.”
- Osho (Guru Indiano)
19.1.20
EGOCENTRISMO E AMOR
O egocentrismo é uma desconexão da pessoa com o mundo. Nele, toda a atenção é voltada para o ego do indivíduo. Esse sentimento faz com que a pessoa se sinta solitária e fraca, pois ela está se desligando de todos que a cercam.
O amor é um sentimento contrário ao egocentrismo. Ele liga o indivíduo a inúmeras pessoas, fazendo com que seja vivenciado um sentimento de pertencer a algo maior que o próprio ser.
Ao ascender da individualidade egocêntrica e buscar o bem coletivo, as aflições do indivíduo são dissolvidas pelos propósitos do coletivo.
O amor é um sentimento contrário ao egocentrismo. Ele liga o indivíduo a inúmeras pessoas, fazendo com que seja vivenciado um sentimento de pertencer a algo maior que o próprio ser.
Ao ascender da individualidade egocêntrica e buscar o bem coletivo, as aflições do indivíduo são dissolvidas pelos propósitos do coletivo.
~ Inspirado por:
“Só uma palavra nos liberta de todo o peso e da dor da vida: essa palavra é o Amor.”
- Sófocles (Escritor Grego)
18.1.20
REMADORES
O grande navio FV Poseidon sofreu uma avaria e começou a afundar. Percebendo o perigo, os dois tripulantes a bordo correram e pularam nos botes de emergência, cada um no seu próprio bote.
Assim que o navio pesqueiro afundou, os tripulantes se entreolharam. Rolf, o recém marinheiro de 20 anos, criou um semblante triste e disse:
- O que vamos fazer agora? Estamos no meio do mar, em botes pequenos, sem comida ou bebida. Temos que torcer para que a corrente marítima nos empurre de volta para nossa terra, caso contrário, estamos fadados a morte.
Odd, no alto de seus 60 anos muito bem vividos, disse:
- Eu não sei quanto a você, mas eu não conto com a sorte. Eu vou remar.
Assim que o navio pesqueiro afundou, os tripulantes se entreolharam. Rolf, o recém marinheiro de 20 anos, criou um semblante triste e disse:
- O que vamos fazer agora? Estamos no meio do mar, em botes pequenos, sem comida ou bebida. Temos que torcer para que a corrente marítima nos empurre de volta para nossa terra, caso contrário, estamos fadados a morte.
Odd, no alto de seus 60 anos muito bem vividos, disse:
- Eu não sei quanto a você, mas eu não conto com a sorte. Eu vou remar.
17.1.20
LÁGRIMA E CHUVA
Lágrimas e chuva são fatores similares.
Quando provenientes de um ambiente limpo, têm o poder de limpeza. Enquanto a chuva escorre pelos monumentos desencardindo suas marcas e desliza pelas ruas fazendo uma limpeza, as lágrimas brotam pelos olhos aquecendo o coração.
Mas quando a origem é poluída, elas criam cicatrizes. A chuva se torna ácida, corroendo as estátuas e destruindo a vegetação, assim como as lágrimas caem pelos olhos flagelando o coração.
O problema não é enfrentar uma situação ruim, o problema é não ter um coração preparado para isso. Enquanto sentimentos inferiores dominarem o coração, qualquer choro será um castigo, mas, quando sentimentos superiores tomarem conta da situação, o choro será uma benção.
Quando provenientes de um ambiente limpo, têm o poder de limpeza. Enquanto a chuva escorre pelos monumentos desencardindo suas marcas e desliza pelas ruas fazendo uma limpeza, as lágrimas brotam pelos olhos aquecendo o coração.
Mas quando a origem é poluída, elas criam cicatrizes. A chuva se torna ácida, corroendo as estátuas e destruindo a vegetação, assim como as lágrimas caem pelos olhos flagelando o coração.
O problema não é enfrentar uma situação ruim, o problema é não ter um coração preparado para isso. Enquanto sentimentos inferiores dominarem o coração, qualquer choro será um castigo, mas, quando sentimentos superiores tomarem conta da situação, o choro será uma benção.
16.1.20
O PROBLEMA FINAL
A grande questão que deve ser respondida é “como ser feliz?”. Mas, usualmente, ela é sobrepujada por questões inferiores para que a pessoa continue em sua zona de conforto. Assim, a felicidade é atrelada a uma situação específica ao invés de ser uma demanda generalizada.
Quando se pensa “preciso de um carro para ser feliz”, a pessoa confirma que ficará infeliz se não tiver o carro. A questão deixa de ser “como ser feliz?” e passa a ser “como conseguir um carro?”. Mas não necessariamente o carro irá trazer a felicidade.
As escolhas devem ser guiadas pela felicidade e não restringidas por questões irrelevantes.
Quando se pensa “preciso de um carro para ser feliz”, a pessoa confirma que ficará infeliz se não tiver o carro. A questão deixa de ser “como ser feliz?” e passa a ser “como conseguir um carro?”. Mas não necessariamente o carro irá trazer a felicidade.
As escolhas devem ser guiadas pela felicidade e não restringidas por questões irrelevantes.
~ Inspirado por:
“O maior problema, e o único que nos deve preocupar, é vivermos felizes.”
- Voltaire (Filósofo Francês)
15.1.20
VISÃO AMPLIFICADA
Ao olharmos para uma determinada situação, utilizamos nossos olhos, mas nossa compreensão vai muito além do que é visto.
Para compreender o que está sendo presenciado, utilizamos todo nosso conhecimento prévio. Uma mesma cena pode ser descrita pelas maneiras mais diversas, mostrando-nos que o essencial deixa de ser a visualização da situação e passe a ser interpretação dela.
Quando nosso conhecimento acerca do mundo é pequeno, ficamos presos nas pequenas interpretações que nos são convenientes, mas, ao quebrar a barreira do comodismo e buscar compreender o mundo e as pessoas, conseguimos enxergar as situações com uma visão mais ampla.
Para compreender o que está sendo presenciado, utilizamos todo nosso conhecimento prévio. Uma mesma cena pode ser descrita pelas maneiras mais diversas, mostrando-nos que o essencial deixa de ser a visualização da situação e passe a ser interpretação dela.
Quando nosso conhecimento acerca do mundo é pequeno, ficamos presos nas pequenas interpretações que nos são convenientes, mas, ao quebrar a barreira do comodismo e buscar compreender o mundo e as pessoas, conseguimos enxergar as situações com uma visão mais ampla.
~ Inspirado por:
“Você não fotografa com sua máquina, você fotografa com toda a sua cultura.”
- Sebastião Salgado (Fotógrafo)
14.1.20
RECEITA DA VIDA COLORIDA
A vida solitária é monocromática, tendo apenas um sabor do início ao fim.
Para que consigamos incluir uma maior gama de cor em nossas vidas, devemos misturá-las com as vidas de outras pessoas. Quando juntarmos duas vidas, é essencial que sejam bem misturadas para que a massa fique uniforme, assim, as duas vidas nunca mais irão se separar.
Quando a mistura for concluída, ela deverá ser repartida e cada pessoa pegará sua parte. Quanto mais vidas forem misturadas à nossa, mais colorida ficará a nossa vida.
A massa resultante das misturas pode conter pequenos grãos que nos façam mal. Para isso, basta passar toda a mistura pela peneira do perdão. Assim, qualquer fragmento que possa produzir o mal ficará retido e não fará parte de nossa massa final.
Para que consigamos incluir uma maior gama de cor em nossas vidas, devemos misturá-las com as vidas de outras pessoas. Quando juntarmos duas vidas, é essencial que sejam bem misturadas para que a massa fique uniforme, assim, as duas vidas nunca mais irão se separar.
Quando a mistura for concluída, ela deverá ser repartida e cada pessoa pegará sua parte. Quanto mais vidas forem misturadas à nossa, mais colorida ficará a nossa vida.
A massa resultante das misturas pode conter pequenos grãos que nos façam mal. Para isso, basta passar toda a mistura pela peneira do perdão. Assim, qualquer fragmento que possa produzir o mal ficará retido e não fará parte de nossa massa final.
13.1.20
PODER DA FELICIDADE 2/2
Ao proporcionarmos a felicidade alheia, vamos tomando consciência de nossa importância em outras vidas, e, conforme mais pessoas vão sendo tocadas por nós, vamos tomando consciência de nossa importância no mundo.
Se, inicialmente, enxergávamos a nós mesmos como indiferente no mundo, após cativar outras pessoas, percebemos nossa importância. Ao sentirmos nosso impacto no mundo, começamos a nos valorizar, fazendo com que nos apaixonemos pela vida.
Essa paixão que desenvolvemos pela vida, faz com que nos tornemos aficionado em dar prosseguimento em nossas atividades, pois queremos ver cada vez mais o resultado de nossas ações.
Em resumo, ao gerarmos a felicidade nos outros, geramo-la, também, em nós mesmos.
Se, inicialmente, enxergávamos a nós mesmos como indiferente no mundo, após cativar outras pessoas, percebemos nossa importância. Ao sentirmos nosso impacto no mundo, começamos a nos valorizar, fazendo com que nos apaixonemos pela vida.
Essa paixão que desenvolvemos pela vida, faz com que nos tornemos aficionado em dar prosseguimento em nossas atividades, pois queremos ver cada vez mais o resultado de nossas ações.
Em resumo, ao gerarmos a felicidade nos outros, geramo-la, também, em nós mesmos.
12.1.20
PODER DA FELICIDADE 1/2
Qual o maior poder que uma pessoa pode ter? Muitos dizem dinheiro, mas poucos compreendem que é a habilidade de influenciar a vida alheia.
Com a distribuição de dinheiro, ao assalariar amizades e bancar assistências pessoais, é possível alugar a atenção das pessoas. Isso faz com que os outros se tornem dependentes de posses alheias.
Mas, ao distribuir felicidade, os outros se tornam nossos reféns. O comportamento alheio muda completamente: dar atenção acaba virando uma necessidade; constituir uma amizade se torna um desejo; e auxiliar é transformado em uma vontade.
Quando distribuímos felicidade, fazemos com que todos se curvem perante nós, mostrando-nos o quanto de poder detemos em nossas mãos. Assim, quando for necessária a fidelidade de alguém, não é necessário gastar dinheiro algum, somente proporcionar a felicidade.
Com a distribuição de dinheiro, ao assalariar amizades e bancar assistências pessoais, é possível alugar a atenção das pessoas. Isso faz com que os outros se tornem dependentes de posses alheias.
Mas, ao distribuir felicidade, os outros se tornam nossos reféns. O comportamento alheio muda completamente: dar atenção acaba virando uma necessidade; constituir uma amizade se torna um desejo; e auxiliar é transformado em uma vontade.
Quando distribuímos felicidade, fazemos com que todos se curvem perante nós, mostrando-nos o quanto de poder detemos em nossas mãos. Assim, quando for necessária a fidelidade de alguém, não é necessário gastar dinheiro algum, somente proporcionar a felicidade.
11.1.20
TEIA DE PENSAMENTOS
Cada pensamento que realizamos cria um fio invisível que nos guia em pensamentos futuros. Quando temos muitos pensamentos voltados para um mesmo tópico, os fios vão se juntando e formando uma teia, que nos prende.
Situação 1: Temos dificuldade de cultivar sentimentos positivos quando ficamos muito tempo nos remoendo por infelicidades, é mais comum pensamentos que estejam alinhados com tal conjuntura. É necessário um grande esforço contrário à situação percebida para se libertar dessa teia nociva.
Situação 2: Quando tecemos vários pensamentos com alegria, construímos uma teia que nos protege de grande parte das infelicidades. Continuaremos presos em nossa teia mesmo ao tecer alguns poucos pensamentos negativos, mas acabaremos preso em outra teia caso muitos sejam tecidos.
Tecer bons pensamentos é tanto um resgate de situações infelizes quanto uma precaução para se proteger de eventos futuros.
Situação 1: Temos dificuldade de cultivar sentimentos positivos quando ficamos muito tempo nos remoendo por infelicidades, é mais comum pensamentos que estejam alinhados com tal conjuntura. É necessário um grande esforço contrário à situação percebida para se libertar dessa teia nociva.
Situação 2: Quando tecemos vários pensamentos com alegria, construímos uma teia que nos protege de grande parte das infelicidades. Continuaremos presos em nossa teia mesmo ao tecer alguns poucos pensamentos negativos, mas acabaremos preso em outra teia caso muitos sejam tecidos.
Tecer bons pensamentos é tanto um resgate de situações infelizes quanto uma precaução para se proteger de eventos futuros.
10.1.20
RANCOR
O rancor é uma raiva constante contra alguém. A ideia por trás dele é juntar o mal em pensamentos ou ações e enviar para o alvo, mas, no fim, quem sofre com ele é a própria pessoa que nutri o sentimento.
Sempre que a pessoa alvo do rancor surge em pensamento, a maior parte da imaginação destrutiva que tenta alvejá-la retorna à pessoa rancorosa.
Ao criar rancor contra alguém, a pessoa, naturalmente, terá pensamento nocivos que irão prejudicar a si própria.
Sempre que a pessoa alvo do rancor surge em pensamento, a maior parte da imaginação destrutiva que tenta alvejá-la retorna à pessoa rancorosa.
Ao criar rancor contra alguém, a pessoa, naturalmente, terá pensamento nocivos que irão prejudicar a si própria.
9.1.20
CLUBE DO TRICOT
Era a primeira vez de Rute no clube do tricot (grupo de senhoras que se reunia toda a semana para fazer peças beneficentes e conversar). As atividades que se iniciaram a uns 30 minutos foram interrompidas quando alguém disse “A velha chata chegou!”. Rute achou o comentário muito deselegante.
Dona Clotilde chegou toda irritada dizendo que o genro demorou para dar carona. Após a reclamação, desejou boa tarde a todas.
Em seguida, uma das senhoras comentou que o verão já estava chegando e já sentia aquele calorzinho típico. Dona Clotilde já tomou a frente do grupo e disse “Vocês acreditam que meu ar condicionado quebrou de novo? É um absurdo o como essas coisas quebram!”.
No fim da tarde, após muitas reclamações, Rute achou o comentário de “velha chata” assertivo.
Dona Clotilde chegou toda irritada dizendo que o genro demorou para dar carona. Após a reclamação, desejou boa tarde a todas.
Em seguida, uma das senhoras comentou que o verão já estava chegando e já sentia aquele calorzinho típico. Dona Clotilde já tomou a frente do grupo e disse “Vocês acreditam que meu ar condicionado quebrou de novo? É um absurdo o como essas coisas quebram!”.
No fim da tarde, após muitas reclamações, Rute achou o comentário de “velha chata” assertivo.
~ Inspirado por:
“As pessoas nunca terão tempo para você, se você sempre estiver bravo e reclamando.”
- Stephen Hawking (Cientista)
8.1.20
QUEM SOMOS?
Os seres humanos têm sua constituição biológica compartilhada entre seus indivíduos por meio do DNA. Pessoas sem parentesco algum têm 99,9% de seu material genético compartilhado e a semelhança entre um indivíduo qualquer com frutas (como a banana) passa de 50%. Assim, podemos dizer que somos intimamente ligados.
Com o planeta, compartilhamos as moléculas. Enquanto inspiramos oxigênio e expiramos dióxido de carbono, as plantas inspiram dióxido de carbono para produzir seu alimento e expiram oxigênio. Esse ciclo exemplifica nossa conexão com todos os elementos existentes no planeta.
Quando analisamos qualquer partícula extraterrestre, conseguimos observar que vários dos elementos atômicos que a compõe fazem parte de nosso corpo. Mostrando que compartilhamos estruturas atômicas próximas.
Diante disso tudo, como dizer que não somos todos irmãos e fazemos parte de um irmão maior?
Com o planeta, compartilhamos as moléculas. Enquanto inspiramos oxigênio e expiramos dióxido de carbono, as plantas inspiram dióxido de carbono para produzir seu alimento e expiram oxigênio. Esse ciclo exemplifica nossa conexão com todos os elementos existentes no planeta.
Quando analisamos qualquer partícula extraterrestre, conseguimos observar que vários dos elementos atômicos que a compõe fazem parte de nosso corpo. Mostrando que compartilhamos estruturas atômicas próximas.
Diante disso tudo, como dizer que não somos todos irmãos e fazemos parte de um irmão maior?
~ Inspirado por:
“Estamos todos conectados: uns aos outros biologicamente; à Terra quimicamente; e ao resto do universo atomicamente.”
- Neil deGrasse Tyson (Cientista)
7.1.20
INFORTÚNIO E APRENDIZADO
Tudo de desagradável que acontece será utilizado como aprendizado. Inicialmente, é provável que seja tratado como infortúnio na forma de autopiedade, mas, no futuro, será visto como essencial ao bem-estar.
Quando um jovem imprudente bate o carro, fica reclamando constantemente do valor do conserto e decide ser mais cuidadoso para não ter de gastar mais. Embora ele tenha ficado bravo com a situação durante um bom tempo, ao se conscientizar de seus atos, compreendeu que a situação foi propícia para que ele amadurecesse em sua imprudência.
De maneira similar, ficamos nos martirizando de o porquê fomos abandonados quando perdemos alguém que amamos e, somente num futuro, começamos a compreender que devemos valorizar as pessoas enquanto as temos ao nosso lado.
Quando um jovem imprudente bate o carro, fica reclamando constantemente do valor do conserto e decide ser mais cuidadoso para não ter de gastar mais. Embora ele tenha ficado bravo com a situação durante um bom tempo, ao se conscientizar de seus atos, compreendeu que a situação foi propícia para que ele amadurecesse em sua imprudência.
De maneira similar, ficamos nos martirizando de o porquê fomos abandonados quando perdemos alguém que amamos e, somente num futuro, começamos a compreender que devemos valorizar as pessoas enquanto as temos ao nosso lado.
6.1.20
AMAR AOS NECESSITADOS
O amor é, usualmente, usado como recompensa para aqueles com alto merecimento, mas deveria, também, ser usado como um auxílio para aqueles que são indignos.
As pessoas que têm dentro de si o egoísmo, o rancor, inveja, ingratidão ou qualquer outro sentimento negativo são as que mais necessitam do amor. Enquanto pessoas que já têm o amor dentro de si apreciam a boa sensação que ele traz, as que não o têm carecem desse sentimento.
Ao tratar com amor aqueles que não o merecem, estamos dando uma oportunidade de eles se curarem dessa carência. Ele funciona como um remédio que, se aceito, cura todos os sentimentos inferiores.
As pessoas que têm dentro de si o egoísmo, o rancor, inveja, ingratidão ou qualquer outro sentimento negativo são as que mais necessitam do amor. Enquanto pessoas que já têm o amor dentro de si apreciam a boa sensação que ele traz, as que não o têm carecem desse sentimento.
Ao tratar com amor aqueles que não o merecem, estamos dando uma oportunidade de eles se curarem dessa carência. Ele funciona como um remédio que, se aceito, cura todos os sentimentos inferiores.
~ Inspirado por:
“Procure me amar quando menos mereço, pois é quando mais preciso.”
- Provérbio Sueco
5.1.20
MELHOR PRESENTE
Na prateleira, procuro um presente,
Estou querendo algo bem diferente.
Um objeto bem duradouro,
Talvez de prata, talvez de ouro.
Já tive roupa e já tive brinquedo,
Mas depois de um tempo eu os cedo.
Quero algo que dure por toda a eternidade,
Para criar com ele uma verdadeira amizade.
Meus olhos percorreram todos os locais,
Será que tenho que procurar mais?
Cansado deitei na minha cama,
Ao lado da minha eterna dama.
Pisquei os olhos e tive uma recordação,
Uma coisa linda que aqueceu meu coração.
Um abraço da minha amada,
Não troco isso por nada.
Então já tenho o melhor presente possível!
Demorei para perceber porque ele é invisível.
Essa descoberta é algo maravilhoso,
Não existe presente que seja mais gostoso.
Estou querendo algo bem diferente.
Um objeto bem duradouro,
Talvez de prata, talvez de ouro.
Já tive roupa e já tive brinquedo,
Mas depois de um tempo eu os cedo.
Quero algo que dure por toda a eternidade,
Para criar com ele uma verdadeira amizade.
Meus olhos percorreram todos os locais,
Será que tenho que procurar mais?
Cansado deitei na minha cama,
Ao lado da minha eterna dama.
Pisquei os olhos e tive uma recordação,
Uma coisa linda que aqueceu meu coração.
Um abraço da minha amada,
Não troco isso por nada.
Então já tenho o melhor presente possível!
Demorei para perceber porque ele é invisível.
Essa descoberta é algo maravilhoso,
Não existe presente que seja mais gostoso.
~ Inspirado por:
“O essencial é invisível aos olhos.”
- Antoine de Saint-Exupéry (Livro “O Pequeno Príncipe”)
4.1.20
ALMA E PENSAMENTOS
Uma mudança de estilo de vida acontece pouco a pouco. Ao flertarmos com um ideal, nossos pensamentos começam a confluir em sua direção. Inicialmente, nossas atitudes são heterogêneas, carregando tanto atributos do antigo estilo de vida quanto do novo ideal, mas, após certo tempo, o comportamento se unifica em cima do novo ideal.
Isso ocorre por dois motivos: as antigas tendências estão presentes em nossa memória e vão caindo em esquecimento conforme vamos deixando de usá-las; e as inclinações decorrentes do novo ideal vão se consolidando como novas memórias ao se tornarem constantes em nossos pensamentos.
“A maior dádiva dos bons pensamentos é o ostracismo dos maus costumes.”
Isso ocorre por dois motivos: as antigas tendências estão presentes em nossa memória e vão caindo em esquecimento conforme vamos deixando de usá-las; e as inclinações decorrentes do novo ideal vão se consolidando como novas memórias ao se tornarem constantes em nossos pensamentos.
“A maior dádiva dos bons pensamentos é o ostracismo dos maus costumes.”
~ Inspirado por:
”No longo prazo, a alma assume a cor de seus pensamentos”
- Marcus Aurelius (Filósofo Romano)
3.1.20
TEORIA E PRÁTICA 3/3
Klaus aprendeu que, para ser agradável com uma pessoa, deve manter um diálogo por um bom tempo.
Na primeira tentativa, ficou falando descontroladamente para preencher o tempo, mas recebeu um feedback de que é necessário também ouvir.
Em sua segunda tentativa, ouvia um pouco o que a outra pessoa falava e já tentava falar logo em seguida. Recebeu outro feedback dizendo que existe uma necessidade de apresentar uma sequência no que se ouve e no que se diz, não podendo apresentar uma ruptura bruta de assunto.
Já na terceira tentativa, ouvia a outra pessoa e dizia algo relacionado ao que ouvia. Surgiu um novo feedback dizendo que é necessário não fazer por obrigação, mas por interesse genuíno, caso contrário a pessoa não sentirá empatia.
Terminando a quarta tentativa, a pessoa que conversou com Klaus disse que adorou a conversa.
Na primeira tentativa, ficou falando descontroladamente para preencher o tempo, mas recebeu um feedback de que é necessário também ouvir.
Em sua segunda tentativa, ouvia um pouco o que a outra pessoa falava e já tentava falar logo em seguida. Recebeu outro feedback dizendo que existe uma necessidade de apresentar uma sequência no que se ouve e no que se diz, não podendo apresentar uma ruptura bruta de assunto.
Já na terceira tentativa, ouvia a outra pessoa e dizia algo relacionado ao que ouvia. Surgiu um novo feedback dizendo que é necessário não fazer por obrigação, mas por interesse genuíno, caso contrário a pessoa não sentirá empatia.
Terminando a quarta tentativa, a pessoa que conversou com Klaus disse que adorou a conversa.
2.1.20
TEORIA E PRÁTICA 2/3
Alice no País das Maravilhas já nos ensinou que quando não sabemos para onde queremos ir, qualquer caminho serve. Assim, devemos sempre ter em mente onde queremos chegar e estudar cada particularidade desse caminho a ser percorrido. Quando estudamos o que desejamos, começamos a compreender o que deve ser feito para que consigamos alcançar o sonho almejado.
Mas não basta estudar o que se almeja, é necessário agir.
Ao colocarmos nosso plano em ação, vamos tomando consciência de que nosso plano inicial não era completo. Isso faz com que a prática baseada nos primeiros estudos gere um feedback com mais informações, compilando um novo estudo que seja mais completo que o antigo.
Quando a teoria fica mais completa, devemos colocá-la em prática novamente, fazendo com que um novo feedback seja gerado e uma nova teoria mais completa seja idealizada... Gerando um ciclo que rume a perfeição.
Mas não basta estudar o que se almeja, é necessário agir.
Ao colocarmos nosso plano em ação, vamos tomando consciência de que nosso plano inicial não era completo. Isso faz com que a prática baseada nos primeiros estudos gere um feedback com mais informações, compilando um novo estudo que seja mais completo que o antigo.
Quando a teoria fica mais completa, devemos colocá-la em prática novamente, fazendo com que um novo feedback seja gerado e uma nova teoria mais completa seja idealizada... Gerando um ciclo que rume a perfeição.
1.1.20
TEORIA E PRÁTICA 1/3
A teoria diz: “Quando algo de ruim acontecer conosco, devemos manter a calma e pensar em como proceder com a situação. Se o problema puder ser solucionado, teremos de empregar nossos esforços para solucioná-lo, mas, se ele não puder ser solucionado, precisaremos pensar em como lidar com seu impacto negativo.”.
A prática é: “A primeira vez que acontece algo ruim conosco choramos descontroladamente achando que nunca mais seremos felizes.”
Teoria e prática são elementos complementares. A perfeição de conduta somente é atingida após uma sucessão exaustiva de teoria e prática.
A prática é: “A primeira vez que acontece algo ruim conosco choramos descontroladamente achando que nunca mais seremos felizes.”
Teoria e prática são elementos complementares. A perfeição de conduta somente é atingida após uma sucessão exaustiva de teoria e prática.
~ Inspirado por:
“Cedo ou tarde, você vai aprender, assim como eu aprendi, que existe uma diferença entre conhecer o caminho e trilhar o caminho”
- Matrix (Filme)
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