Praticamos nosso livre arbítrio com o intuito de que nossas ações gerem consequências benéficas a nós, mas, muitas das vezes, não nos atentamos para consequências indiretas causadas por nossas ações.
Quando não calculamos bem o desmembramento que uma ação pode causar em nossa vida, sofremos consequências inesperadas (maléficas em sua maioria). Exemplo: uma pessoa que se alimente somente de chocolate para satisfazer sua vontade por doce não estará levando em conta uma doença futura relacionada a isso.
Mas, ao estudar os efeitos da ação pretendida, podemos descartá-la ou mantê-la, conforme as consequências que nos sejam apresentadas. Quando fazemos isso, podemos praticar ações que nos tragam benefícios diretos e indiretos. Como por exemplo estudar para uma prova, isso trará a consequência direta de conseguir uma boa nota e uma consequência indireta de carregar o conhecimento e tê-lo disponível no futuro.
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