O amor verdadeiro não mede esforços para providenciar o bem-estar alheio, pois ele está intimamente ligado ao bem-estar próprio.
Quando o próximo está bem, sente-se um conforto internamente e, quando o próximo está mal, sente-se um incômodo internamente. Mas não é um incômodo que drena as energias, pelo contrário, é um incômodo que desperta uma inquietação focada em mudar a circunstância.
Isso faz com que qualquer fator que cause mal-estar no próximo (que seja amado) nos sirva de instrumento para angariar forças e lutar contra a situação negativa. Isso porque o fator não nos causa mal-estar algum, pois a preocupação é com o próximo e não conosco.
Assim, pode-se observar que o amor verdadeiro contém a resiliência em sua essência.
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