No começo da vida, o único interesse do bebê é consigo mesmo, não sendo capaz de reconhecer importância alguma naqueles que o cerquem. Conforme ele cresce, toma consciência da importância de seus pais e passa a se preocupar com eles.
Com o transcorrer dos anos, a criança vai se relacionando com todos seus parentes e expande esse círculo de importância, considerando-os significativos. Quando ela começa a conviver com pessoas externas à família, compreende que a relevância das pessoas não está em laços consanguíneos, mas, sim, em proximidade.
O próximo passo da conscientização é perceber que a verdadeira proximidade não é a física, mas a de afinidade interna. Somente assim é possível estabelecer uma empatia verdadeira com todos que já passaram por nossas vidas.
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