A crença define nossa percepção acerca de algo. Quando cremos ter muito de um bem, somos inundados com uma sensação reconfortante, mas, ao crer ter pouco, sentimos um desconforto.
Entretanto, “muito” e “pouco” são constatações subjetivas que podem ser classificadas como “juízo de valor”. Isso significa que uma mesma quantidade possa ser classificada com qualquer um dos dois adjetivos, dependendo apenas do critério subjetivo que a pessoa adote.
Assim, o sentimento de fartura ou carência independe da quantidade dos bens adquiridos, pois tem como origem única a própria crença.
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