Quando nos arrependemos, estamos reconhecendo um comportamento errado que estávamos praticando. Mas, antes dessa compreensão, tínhamos certeza de que estávamos corretos.
Essa mentalidade de se considerar ser o detentor da verdade faz com que seja criado um ar de superioridade, podendo gerar até certa arrogância. Com isso, duas pessoas com perspectivas diferentes podem tentar impor a própria vontade de maneira forçada.
Da mesma maneira que podemos estar errados achando que estamos certos, outros podem estar errados achando que estão certos. Isso nos mostra que devemos ser condescendentes com pessoas que tenham pontos de vistas diferentes do nosso.
31.3.20
30.3.20
EXERCER A GRATIDÃO
Quando se contrai uma gripe, reclama-se a todo momento da dificuldade de respiração. Mas quando foi a última vez que você se sentiu grato por estar respirando perfeitamente?
O sentimento de sede é algo que causa um grande desconforto, retirando nossa atenção de tudo que devemos fazer. Qual foi a última vez que você se sentiu grato por não precisar sentir sede?
Estar exposto ao clima externo é algo que causa insegurança por estar sujeito a qualquer modificação do tempo. Você já agradeceu por ter um teto e paredes para se proteger?
Da plenitude que buscamos, a gratidão é a constatação daquilo que já alcançamos. Com que frequência você tem exercido sua gratidão?
O sentimento de sede é algo que causa um grande desconforto, retirando nossa atenção de tudo que devemos fazer. Qual foi a última vez que você se sentiu grato por não precisar sentir sede?
Estar exposto ao clima externo é algo que causa insegurança por estar sujeito a qualquer modificação do tempo. Você já agradeceu por ter um teto e paredes para se proteger?
Da plenitude que buscamos, a gratidão é a constatação daquilo que já alcançamos. Com que frequência você tem exercido sua gratidão?
29.3.20
TER MUITO E TER POUCO
A crença define nossa percepção acerca de algo. Quando cremos ter muito de um bem, somos inundados com uma sensação reconfortante, mas, ao crer ter pouco, sentimos um desconforto.
Entretanto, “muito” e “pouco” são constatações subjetivas que podem ser classificadas como “juízo de valor”. Isso significa que uma mesma quantidade possa ser classificada com qualquer um dos dois adjetivos, dependendo apenas do critério subjetivo que a pessoa adote.
Assim, o sentimento de fartura ou carência independe da quantidade dos bens adquiridos, pois tem como origem única a própria crença.
Entretanto, “muito” e “pouco” são constatações subjetivas que podem ser classificadas como “juízo de valor”. Isso significa que uma mesma quantidade possa ser classificada com qualquer um dos dois adjetivos, dependendo apenas do critério subjetivo que a pessoa adote.
Assim, o sentimento de fartura ou carência independe da quantidade dos bens adquiridos, pois tem como origem única a própria crença.
28.3.20
IMPOTÊNCIA EMOCIONAL
A impotência emocional ocorre quando surge um sentimento de invalidez, dando uma sensação de que a pessoa é incapaz de concretizar qualquer objetivo. Tal sentimento é causado por um fato que acaba por destruir toda a confiança que se tem em si mesmo. Quando isso ocorre, a pessoa se percebe insignificante perante seus objetivos.
A forma mais certeira de se reconquistar a confiança é sendo julgado por outros (por existir um viés no próprio julgamento). E a maneira mais fácil de executar o procedimento é por meio da caridade.
Uma tarefa banal e sem importância para quem a exerça pode ser julgada como magnífica e singular para quem seja impactado por ela. Um exemplo simples é dar atenção a pessoas solitárias: para quem presta atenção é algo vazio; mas para quem ganha a atenção é a melhor coisa dos últimos tempos.
A forma mais certeira de se reconquistar a confiança é sendo julgado por outros (por existir um viés no próprio julgamento). E a maneira mais fácil de executar o procedimento é por meio da caridade.
Uma tarefa banal e sem importância para quem a exerça pode ser julgada como magnífica e singular para quem seja impactado por ela. Um exemplo simples é dar atenção a pessoas solitárias: para quem presta atenção é algo vazio; mas para quem ganha a atenção é a melhor coisa dos últimos tempos.
27.3.20
AMBICIONAR A INTEGRALIDADE
O ser humano vive numa incansável busca pela perfeição. Seus esforços são despendidos para ações que busquem fatores que o complete, sejam eles bens materiais ou espirituais.
Tudo que já fora adquirido deve ser utilizado para gerar a estabilidade do ser, facilitando a perseguição da própria integralidade. Mas muitos ficam tão obstinados pelo que ainda não possuem que acabam esquecendo aquilo que já conquistaram, não conseguindo tirar proveito algum de suas próprias posses.
Essa ambição descontrolada acaba por gerar sofrimento pelas carências sentidas e inviabiliza a utilização do que já fora obtido.
Tudo que já fora adquirido deve ser utilizado para gerar a estabilidade do ser, facilitando a perseguição da própria integralidade. Mas muitos ficam tão obstinados pelo que ainda não possuem que acabam esquecendo aquilo que já conquistaram, não conseguindo tirar proveito algum de suas próprias posses.
Essa ambição descontrolada acaba por gerar sofrimento pelas carências sentidas e inviabiliza a utilização do que já fora obtido.
~ Inspirado por:
“Sofremos muito com o pouco que nos falta e gozamos pouco o muito que temos.”
- William Shakespeare (Escritor)
26.3.20
ZELAR
Aquela tribo indígena era como uma grande família, todos zelavam pelo grupo.
Cada um tinha seu papel de colaboração. Enquanto uns saiam com as zarabatanas para buscar o alimento, outros saiam com as cabaças para coletar água. Os mais experientes eram encarregados da saúde dos enfermos e os mais novos eram encarregados da limpeza. Após o expediente, todos se encontravam e ceavam.
Os indígenas zelavam pelo grupo como se ele fosse um filho: alimentos eram providos; curas eram realizadas; e comemorações eram compartilhadas. Enquanto os “selvagens” tratavam todos os membros da tribo civilizadamente, os “civilizados” tratavam seus semelhantes com selvagerias.
Cada um tinha seu papel de colaboração. Enquanto uns saiam com as zarabatanas para buscar o alimento, outros saiam com as cabaças para coletar água. Os mais experientes eram encarregados da saúde dos enfermos e os mais novos eram encarregados da limpeza. Após o expediente, todos se encontravam e ceavam.
Os indígenas zelavam pelo grupo como se ele fosse um filho: alimentos eram providos; curas eram realizadas; e comemorações eram compartilhadas. Enquanto os “selvagens” tratavam todos os membros da tribo civilizadamente, os “civilizados” tratavam seus semelhantes com selvagerias.
25.3.20
O TEMPO E NÓS
As situações que nos impactam negativamente se apresentam com as mais diferentes intensidades. Enquanto algumas podem causar apenas um leve descontentamento, outras podem abalar toda a confiança do ser.
Quando somos apresentados a uma situação e classificamo-la como uma grande calamidade, entramos em pânico por não sabermos minimamente o que fazer para solucionar o problema. Mas, por mais que a situação seja apresentada como catastrófica, o tempo nos amadurecerá e nos mostrará que não é tão monstruosa como pensávamos. Por fim, criaremos a competência necessária para saber exatamente como lidar com ela, dominando-a.
Assim, podemos compreender que a tragédia faz parte da natureza humana, mas sua consequente superação também o faz.
24.3.20
SOLIDARIEDADE
Quando se enfrenta um problema, ocorre a potencialização de seus efeitos negativos. Uma simples repreensão por parte de um chefe se transforma em um completo fracasso profissional, esgotando qualquer probabilidade de ser promovido.
Essa grande potencialização pode ser fortemente amenizada quando outra pessoa se faz presente e se propõe a anular o grande impacto sofrido. As possibilidades de anulação que possam ser utilizadas são muitas, mas todas têm como base a superação da dificuldade em parceria.
Dessa maneira, um problema com efeitos devastadores transforma-se em um empecilho de fácil superação. Quando isso se tornar recíproco entre as pessoas, os grandes problemas de um sempre serão minimizados pelo outro, gerando uma relação em que os dois se beneficiem.
Essa grande potencialização pode ser fortemente amenizada quando outra pessoa se faz presente e se propõe a anular o grande impacto sofrido. As possibilidades de anulação que possam ser utilizadas são muitas, mas todas têm como base a superação da dificuldade em parceria.
Dessa maneira, um problema com efeitos devastadores transforma-se em um empecilho de fácil superação. Quando isso se tornar recíproco entre as pessoas, os grandes problemas de um sempre serão minimizados pelo outro, gerando uma relação em que os dois se beneficiem.
23.3.20
A SUA PARTE
Quando se estabelece um acordo, é esperado que todas as partes cumpram o papel estabelecido. Ao acontecer o rompimento por algum membro, ocorre um mal-estar generalizado em todo o grupo.
Tal mal-estar tem como origem o fracasso do acordo e sua intensidade é possível de ser alterada mediante o comportamento prévio. Quando se colaborou para o fracasso, ocorre um sentimento de culpa, fazendo com que o mal-estar seja potencializado. Mas, na situação de ter se esforçado para o sucesso, é gerado um sentimento de obrigação cumprida, amenizando (ou até neutralizando) o mal-estar. Assim, o sentimento de fracasso não advém do fracasso em si, mas da falta do comprometimento que resulte em fracasso.
A dedicação integral numa causa faz com que não haja espaço para sentimentos negativos, mesmo que a causa falhe. Isso se deve ao fato de ocorrer uma compreensão de que a pessoa fez tudo o que era possível para o sucesso da causa, limpando sua consciência de qualquer aspecto negativo que advenha do fracasso.
Tal mal-estar tem como origem o fracasso do acordo e sua intensidade é possível de ser alterada mediante o comportamento prévio. Quando se colaborou para o fracasso, ocorre um sentimento de culpa, fazendo com que o mal-estar seja potencializado. Mas, na situação de ter se esforçado para o sucesso, é gerado um sentimento de obrigação cumprida, amenizando (ou até neutralizando) o mal-estar. Assim, o sentimento de fracasso não advém do fracasso em si, mas da falta do comprometimento que resulte em fracasso.
A dedicação integral numa causa faz com que não haja espaço para sentimentos negativos, mesmo que a causa falhe. Isso se deve ao fato de ocorrer uma compreensão de que a pessoa fez tudo o que era possível para o sucesso da causa, limpando sua consciência de qualquer aspecto negativo que advenha do fracasso.
22.3.20
ACORDOS ENTRE PESSOAS
Acordos são difíceis de serem implementados por dependerem do empenho e comprometimento de todos os participantes simultaneamente. Quando um ou mais participantes não cumprem o que foi acordado, os resultados tendem a diminuir significativamente, fazendo com que outros membros abandonem o acordo e ele fracasse.
Isso serve para qualquer acordo, desde negociações multilaterais de comércio internacional entre blocos econômicos até votos bilaterais de namoros. A partir do momento em que uma das partes quebra a confiança da outra, todo o ganho que seria alcançado é perdido. De mesma maneira, todo o mal que seria evitado fica desimpedido.
Para que um acordo seja válido, é necessário o comprometimento por parte de todos os envolvidos.
Isso serve para qualquer acordo, desde negociações multilaterais de comércio internacional entre blocos econômicos até votos bilaterais de namoros. A partir do momento em que uma das partes quebra a confiança da outra, todo o ganho que seria alcançado é perdido. De mesma maneira, todo o mal que seria evitado fica desimpedido.
Para que um acordo seja válido, é necessário o comprometimento por parte de todos os envolvidos.
21.3.20
TOMAR CONSCIÊNCIA
O pouco conhecimento acerca de um assunto implica a falsa sensação de que ele seja algo simples. Em contraponto, o aprofundamento de um tema traz à luz uma vasta riqueza de conteúdo.
Isso pode ser observado na matemática. Quando apresentado a crianças é julgado como fácil, pois é somente exercício de somas simples. Conforme o estudo vai se aprofundando, vão surgindo novos ramos da matéria (trigonometria, geometria, álgebra, financeira...), demonstrando que ela é extremamente complexa. Quanto mais se aprofunda, mais se toma ciência de que menos se sabe.
Assim, quanto mais consciente do universo o espírito for, menor ele irá se enxergar. Aqui, reside o princípio da humildade.
Isso pode ser observado na matemática. Quando apresentado a crianças é julgado como fácil, pois é somente exercício de somas simples. Conforme o estudo vai se aprofundando, vão surgindo novos ramos da matéria (trigonometria, geometria, álgebra, financeira...), demonstrando que ela é extremamente complexa. Quanto mais se aprofunda, mais se toma ciência de que menos se sabe.
Assim, quanto mais consciente do universo o espírito for, menor ele irá se enxergar. Aqui, reside o princípio da humildade.
20.3.20
JULGAR O PRÓXIMO
Quando algo deve ser julgado baseando-se em apenas um parâmetro, é fácil dar um veredito. Mas, conforme os parâmetros vão crescendo, a complexidade da situação vai aumentando, fazendo com que seja necessária uma grande análise para a obtenção de um veredito adequado.
Ao julgarmos o comportamento de uma pessoa, temos o costume de analisar somente a atitude em si, ignorando toda a conjuntura envolvida. Desconsideramos todas as informações acerca do indivíduo e do ambiente em que ele se localiza, inserindo nossos conceitos preestabelecidos. Ou seja, ao invés de buscarmos compreender o próximo, inferimos que ele seja similar a nós. Dessa maneira, acabamos por julgar terceiros de uma maneira completamente errada.
O ensinamento de não julgar o próximo só é obtido com a elucidação de que não somos capazes de sentenciá-lo corretamente devido às várias peculiaridades do ser e do ambiente em questão.
Ao julgarmos o comportamento de uma pessoa, temos o costume de analisar somente a atitude em si, ignorando toda a conjuntura envolvida. Desconsideramos todas as informações acerca do indivíduo e do ambiente em que ele se localiza, inserindo nossos conceitos preestabelecidos. Ou seja, ao invés de buscarmos compreender o próximo, inferimos que ele seja similar a nós. Dessa maneira, acabamos por julgar terceiros de uma maneira completamente errada.
O ensinamento de não julgar o próximo só é obtido com a elucidação de que não somos capazes de sentenciá-lo corretamente devido às várias peculiaridades do ser e do ambiente em questão.
19.3.20
ASSEPSIA DA ALMA
Em medicina, assepsia é o conjunto de medidas adotas para prevenir a entrada de agentes patológicos num determinado corpo. De todas as medidas, destaca-se a esterilização dos objetos.
A nível de indivíduo, devemos utilizar tal conceito para que não contaminemos outras pessoas com nossa mentalidade. Ao cultivar pensamentos inferiores, podemos contagiar quem quer que nos cerque, pois uma simples interação é o suficiente para que o próximo absorva nossos pensamentos.
Assim, é necessária uma preparação prévia da alma, por meio do desprendimento de pensamentos inferiores, para que não contaminemos o próximo com nossas imperfeições.
A nível de indivíduo, devemos utilizar tal conceito para que não contaminemos outras pessoas com nossa mentalidade. Ao cultivar pensamentos inferiores, podemos contagiar quem quer que nos cerque, pois uma simples interação é o suficiente para que o próximo absorva nossos pensamentos.
Assim, é necessária uma preparação prévia da alma, por meio do desprendimento de pensamentos inferiores, para que não contaminemos o próximo com nossas imperfeições.
18.3.20
ESTADO DE VIGÍLIA 2/2
Ao fazer observações ativas do que ocorre ao nosso redor, conseguimos fazer inferências lógicas sobre os fatos presenciados.
Tais conclusões, que são possíveis de serem obtidas ao analisar uma situação, têm grande impacto em nosso próprio comportamento. Podemos replicar a situação quando a julgarmos benéfica e podemos evitá-la quando a considerarmos prejudicial.
Quanto mais observações ativas fizermos, mais certeiras serão nossas atitudes, pois deteremos um maior conhecimento acerca das situações da vida e melhor portar-nos-emos perante elas.
Assim, como diria Jesus por meio dos discípulos Mateus e Marcos: “vigiai e orai, para que não entreis em tentação”.
Tais conclusões, que são possíveis de serem obtidas ao analisar uma situação, têm grande impacto em nosso próprio comportamento. Podemos replicar a situação quando a julgarmos benéfica e podemos evitá-la quando a considerarmos prejudicial.
Quanto mais observações ativas fizermos, mais certeiras serão nossas atitudes, pois deteremos um maior conhecimento acerca das situações da vida e melhor portar-nos-emos perante elas.
Assim, como diria Jesus por meio dos discípulos Mateus e Marcos: “vigiai e orai, para que não entreis em tentação”.
17.3.20
ESTADO DE VIGÍLIA 1/2
A palavra “vigília” é definida como “aquele que está desperto”, ou, simplificando, “acordado”. Sua origem vem da palavra “vigia” cujo significado é “indivíduo cuja função é observar e proteger”. Essa derivação do vocabulário mostra a relação pretendida entre as palavras “acordado” e “observar”.
A ideia por trás do estado de vigília é transformar-se em um observador ativo enquanto estiver acordado, ou seja, é indispensável refletir ativamente a respeito das novas informações que sejam expostas.
Somente sendo um observador ativo é possível adotar atitudes mais coesas, diminuindo a probabilidade de incorrer em erro.
A ideia por trás do estado de vigília é transformar-se em um observador ativo enquanto estiver acordado, ou seja, é indispensável refletir ativamente a respeito das novas informações que sejam expostas.
Somente sendo um observador ativo é possível adotar atitudes mais coesas, diminuindo a probabilidade de incorrer em erro.
16.3.20
TRATANDO FRUSTRAÇÕES 3/3
Clóvis é um adolescente que está passando por situações estressantes recentemente, mas não tem deixado com que elas abalem seu emocional, aparentando ser bem resiliente.
Seus pais têm brigado muito e, para evitar seu desgaste, ele busca evitar o convívio com os dois. A válvula de escape que ele encontrou foi sair escondido com os amigos e beber.
Com o vestibular se aproximando, ele sente muita cobrança sobre suas costas, mas consegue relaxar muito bem ao comer doces. Por várias vezes ao dia ele engana sua frustração se satisfazendo na cozinha.
Apesar de tudo, ele está feliz por ter sido convidado para uma festa de debutante. A alegria é tanta que ele não consegue se concentrar direito em seus outros afazeres, fica somente andando pela casa sem destino algum.
Com toda essa carga de estresse, o psicológico de Clóvis foi preservado à custa de uma mudança prejudicial em seus hábitos, mostrando que ele não foi resiliente.
Seus pais têm brigado muito e, para evitar seu desgaste, ele busca evitar o convívio com os dois. A válvula de escape que ele encontrou foi sair escondido com os amigos e beber.
Com o vestibular se aproximando, ele sente muita cobrança sobre suas costas, mas consegue relaxar muito bem ao comer doces. Por várias vezes ao dia ele engana sua frustração se satisfazendo na cozinha.
Apesar de tudo, ele está feliz por ter sido convidado para uma festa de debutante. A alegria é tanta que ele não consegue se concentrar direito em seus outros afazeres, fica somente andando pela casa sem destino algum.
Com toda essa carga de estresse, o psicológico de Clóvis foi preservado à custa de uma mudança prejudicial em seus hábitos, mostrando que ele não foi resiliente.
15.3.20
TRATANDO FRUSTRAÇÕES 2/3
Na busca pelo bem-estar de curto prazo, podemos estar burlando processos necessários ao nosso próprio crescimento.
Um desconforto sentido é a indicação de que necessitamos lidar com uma situação que nos afeta negativamente para que possamos retornar à nossa plenitude. Mas, ao deixarmos de enfrentar tal situação com o intuito de adotar métodos alternativos que amenizem o mal-estar sentido, estaremos ficando à mercê do problema sempre que ele ressurgir.
Um dos métodos alternativos mais comuns de lidar com o desconforto sentido é via utilização de bens materiais, que é inofensiva quando praticada apenas uma vez, mas tem um grande potencial de se tornar um vício pelo fato de ter um efeito transitório. São exemplos: dependência química; compulsão em compras; e transtorno alimentar compulsivo.
Um desconforto sentido é a indicação de que necessitamos lidar com uma situação que nos afeta negativamente para que possamos retornar à nossa plenitude. Mas, ao deixarmos de enfrentar tal situação com o intuito de adotar métodos alternativos que amenizem o mal-estar sentido, estaremos ficando à mercê do problema sempre que ele ressurgir.
Um dos métodos alternativos mais comuns de lidar com o desconforto sentido é via utilização de bens materiais, que é inofensiva quando praticada apenas uma vez, mas tem um grande potencial de se tornar um vício pelo fato de ter um efeito transitório. São exemplos: dependência química; compulsão em compras; e transtorno alimentar compulsivo.
14.3.20
TRATANDO FRUSTRAÇÕES 1/3
As frustações são difíceis de serem enfrentadas por requererem um alto esforço interno, seja ele cognitivo, psicológico ou mental. Mas, por elas causarem certo incômodo, torna-se conveniente buscar artifícios que não demandem tanto esforço para burlar tal mal-estar.
Isso faz com que seja mais cômodo adotar o tratamento paliativo de amenizar a consequência sofrida (o mal-estar vivenciado) enquanto a causa do problema é ignorada (frustração).
O tratamento é dito paliativo porque ele não enfrenta a frustração que originou o desconforto, mas apenas o desconforto em si. Fazendo com que o desconforto retorne sempre que a frustação ocorrer.
Isso faz com que seja mais cômodo adotar o tratamento paliativo de amenizar a consequência sofrida (o mal-estar vivenciado) enquanto a causa do problema é ignorada (frustração).
O tratamento é dito paliativo porque ele não enfrenta a frustração que originou o desconforto, mas apenas o desconforto em si. Fazendo com que o desconforto retorne sempre que a frustação ocorrer.
13.3.20
LIVROS DE AUTOAJUDA
Boa parte dos livros de autoajuda cujo tema seja superação parece ser vazio de conteúdo pelo fato de já termos conhecimento de tudo que está lá. Mas o intuito do livro não é agregar conhecimento, é mostrar que já possuímos tudo o que seja necessário para superar uma situação.
Tais livros costumam a adotar uma narrativa que adentre no íntimo do leitor, fazendo com que ele se recorde dos momentos em que superou situações difíceis. Isso é basicamente reafirmar de maneira repetitiva que o poder já está dentro do próprio leitor.
E de fato, o poder já está dentro do próprio leitor. Basta ele tomar consciência disso e se dedicar a qualquer causa que ela será vencida.
Tais livros costumam a adotar uma narrativa que adentre no íntimo do leitor, fazendo com que ele se recorde dos momentos em que superou situações difíceis. Isso é basicamente reafirmar de maneira repetitiva que o poder já está dentro do próprio leitor.
E de fato, o poder já está dentro do próprio leitor. Basta ele tomar consciência disso e se dedicar a qualquer causa que ela será vencida.
12.3.20
A CASA (DES)AGRADÁVEL
Quem visita a casa, descreve da seguinte maneira:
É uma casa velha, cheia de cicatrizes causadas pelo tempo. Em dias frios, é necessário colocar um pano em baixo da porta, pois o vento entra sem pedir licença. Em dias de chuva, baldes são espalhados pela sala, cozinha e quarto, isso porque a água entra pelas telhas trincadas.
Mas a dona da casa a enxerga sob uma outra ótica:
Uma casa que já deu alegria a muitas famílias, mas agora é dedicada somente a mim. Tem seus defeitos, igual a todas as outras casas, mas é acolhedora e me traz um sentimento de tranquilidade. Devido à idade elevada, tem muitos machucados em sua parte superior, mas não me importo, eu a amo e cuido dela assim como ela me ama e cuida de mim.
É uma casa velha, cheia de cicatrizes causadas pelo tempo. Em dias frios, é necessário colocar um pano em baixo da porta, pois o vento entra sem pedir licença. Em dias de chuva, baldes são espalhados pela sala, cozinha e quarto, isso porque a água entra pelas telhas trincadas.
Mas a dona da casa a enxerga sob uma outra ótica:
Uma casa que já deu alegria a muitas famílias, mas agora é dedicada somente a mim. Tem seus defeitos, igual a todas as outras casas, mas é acolhedora e me traz um sentimento de tranquilidade. Devido à idade elevada, tem muitos machucados em sua parte superior, mas não me importo, eu a amo e cuido dela assim como ela me ama e cuida de mim.
11.3.20
SENTIMENTO PRÓPRIO E ALHEIO
Sempre vinculamos uma carga emocional a algo que interaja conosco. Ela pode ser definida por outros, ou por nós mesmos.
A carga emocional concebe os sentimentos que serão experienciados ao se deparar com uma situação. Enquanto uns podem vivenciar uma boa sensação, outros podem sentir uma sensação desagradável.
Ao abrirmos mão de nosso julgamento em prol de uma decisão alheia, podemos estar imputando uma carga emocional negativa em algo que nos traria bem-estar.
É importante compreender que o sentimento é subjetivo a cada um e somente a própria pessoa é capaz de definir se algo lhe é positivo ou negativo.
A carga emocional concebe os sentimentos que serão experienciados ao se deparar com uma situação. Enquanto uns podem vivenciar uma boa sensação, outros podem sentir uma sensação desagradável.
Ao abrirmos mão de nosso julgamento em prol de uma decisão alheia, podemos estar imputando uma carga emocional negativa em algo que nos traria bem-estar.
É importante compreender que o sentimento é subjetivo a cada um e somente a própria pessoa é capaz de definir se algo lhe é positivo ou negativo.
~ Inspirado por:
“A beleza está nos olhos de quem vê.”
- Seu Jorge (Cantor)
10.3.20
RACIONAL E EMOCIONAL 3/3
O perdão é a ferramenta que liberta nossos pensamentos de amarras inferiores capazes de nos aprisionar distante da felicidade. Assim, é necessário exercê-lo para que nos tornemos libertos e tomemos decisões que busquem satisfazer nosso bem-estar e não nosso ego.
Quando cultivamos sentimentos inferiores, notamos certo desconforto com situações que estejam fora de nossa alçada e queremos modificá-la. Como por exemplo a condição social de um indivíduo por quem cultivamos rancor trazer certo desconforto e fazer com que tentemos modificá-la (mesmo que em pensamento). Assim, os sentimentos inferiores fazem com que abandonemos o caminho de nossa felicidade em prol de nosso ego.
O caminho para a felicidade somente é obtido ao livrar-se dos sentimentos negativos que nos cercam e, para isso, é necessário exercer o perdão.
Quando cultivamos sentimentos inferiores, notamos certo desconforto com situações que estejam fora de nossa alçada e queremos modificá-la. Como por exemplo a condição social de um indivíduo por quem cultivamos rancor trazer certo desconforto e fazer com que tentemos modificá-la (mesmo que em pensamento). Assim, os sentimentos inferiores fazem com que abandonemos o caminho de nossa felicidade em prol de nosso ego.
O caminho para a felicidade somente é obtido ao livrar-se dos sentimentos negativos que nos cercam e, para isso, é necessário exercer o perdão.
9.3.20
RACIONAL E EMOCIONAL 2/3
Sentimentos que contaminem nosso discernimento sobre fatos que nos cerquem fazem com que tomemos decisões não condizentes com nossa felicidade.
Sentimentos como a raiva, a inveja, a ira e o rancor priorizam o mal alheio ao invés do bem próprio. A raiva, por exemplo, contamina nosso pensamento de maneira integral: todo o foco de busca pelo bem-estar próprio é deixado de lado (momentaneamente) em prol de causar o mal alheio.
Assim, para que seja possível buscar a felicidade sem grandes distrações, é necessário que nos libertemos dos sentimentos que conturbam nossos pensamentos.
Sentimentos como a raiva, a inveja, a ira e o rancor priorizam o mal alheio ao invés do bem próprio. A raiva, por exemplo, contamina nosso pensamento de maneira integral: todo o foco de busca pelo bem-estar próprio é deixado de lado (momentaneamente) em prol de causar o mal alheio.
Assim, para que seja possível buscar a felicidade sem grandes distrações, é necessário que nos libertemos dos sentimentos que conturbam nossos pensamentos.
8.3.20
RACIONAL E EMOCIONAL 1/3
Ao analisarmos os eventos que nos cercam, temos que afastar a carga emocional que imputamos sobre eles, caso contrário tomaremos uma atitude que não irá buscar o melhor para nossa felicidade.
Quando algo nos aflige, temos o costume de responder de maneira equivalente. Isso significa que deixamos de refletir sobre o que aconteceu e passamos a ser superficiais, adotando uma postura não otimizada.
É necessário que a carga emocional seja desvencilhada do fato para que se possamos compreender a integridade do ocorrido sem que a análise seja obstruída por sentimentos que sejam conflitantes com nosso bem-estar.
Quando algo nos aflige, temos o costume de responder de maneira equivalente. Isso significa que deixamos de refletir sobre o que aconteceu e passamos a ser superficiais, adotando uma postura não otimizada.
É necessário que a carga emocional seja desvencilhada do fato para que se possamos compreender a integridade do ocorrido sem que a análise seja obstruída por sentimentos que sejam conflitantes com nosso bem-estar.
~ Inspirado por:
“Não permito que nenhuma reflexão filosófica me tire a alegria das coisas simples da vida”
- Sigmund Freud (Psiquiatra)
7.3.20
AGUENTE FIRME
Abriu os olhos e encarou a janela.
O desânimo bateu no fundo da alma,
Aquele dia não seria bom para ela,
Antes de levantar da cama perdera a calma.
Estava cansada de viver,
Não conseguia mais suportar,
Não se importava de morrer.
Queria apenas acabar.
Isso porque ela ainda não compreendeu,
Que a vida tem derrotas e vitórias,
Se num período você sofreu,
No seguinte ganhará as glórias.
Logo mais a situação vai se inverter,
E quando acontecer... você vai ver!
Só é necessário manter a calma e seguir,
Não tenho nada melhor para proferir.
O desânimo bateu no fundo da alma,
Aquele dia não seria bom para ela,
Antes de levantar da cama perdera a calma.
Estava cansada de viver,
Não conseguia mais suportar,
Não se importava de morrer.
Queria apenas acabar.
Isso porque ela ainda não compreendeu,
Que a vida tem derrotas e vitórias,
Se num período você sofreu,
No seguinte ganhará as glórias.
Logo mais a situação vai se inverter,
E quando acontecer... você vai ver!
Só é necessário manter a calma e seguir,
Não tenho nada melhor para proferir.
6.3.20
BALANÇO DA VIDA 2/2
Praticamos nosso livre arbítrio com o intuito de que nossas ações gerem consequências benéficas a nós, mas, muitas das vezes, não nos atentamos para consequências indiretas causadas por nossas ações.
Quando não calculamos bem o desmembramento que uma ação pode causar em nossa vida, sofremos consequências inesperadas (maléficas em sua maioria). Exemplo: uma pessoa que se alimente somente de chocolate para satisfazer sua vontade por doce não estará levando em conta uma doença futura relacionada a isso.
Mas, ao estudar os efeitos da ação pretendida, podemos descartá-la ou mantê-la, conforme as consequências que nos sejam apresentadas. Quando fazemos isso, podemos praticar ações que nos tragam benefícios diretos e indiretos. Como por exemplo estudar para uma prova, isso trará a consequência direta de conseguir uma boa nota e uma consequência indireta de carregar o conhecimento e tê-lo disponível no futuro.
Quando não calculamos bem o desmembramento que uma ação pode causar em nossa vida, sofremos consequências inesperadas (maléficas em sua maioria). Exemplo: uma pessoa que se alimente somente de chocolate para satisfazer sua vontade por doce não estará levando em conta uma doença futura relacionada a isso.
Mas, ao estudar os efeitos da ação pretendida, podemos descartá-la ou mantê-la, conforme as consequências que nos sejam apresentadas. Quando fazemos isso, podemos praticar ações que nos tragam benefícios diretos e indiretos. Como por exemplo estudar para uma prova, isso trará a consequência direta de conseguir uma boa nota e uma consequência indireta de carregar o conhecimento e tê-lo disponível no futuro.
5.3.20
BALANÇO DA VIDA 1/2
Ao estudar contabilidade, tomamos ciência de um conceito chamado “partilhas dobradas”. Essa ideia diz que quando uma ação impactar o ativo de uma empresa, ela também irá impactar ou seu passivo ou seu patrimônio líquido.
Esse princípio ocorre diariamente em nossas vidas quando fazemos o uso de nosso livre arbítrio. A ação que praticamos será convertida em consequências diretas e indiretas que incidirão sobre nós mesmos. Consequências diretas são aquelas que planejamos ao praticar tal ação, as indiretas são as não programadas.
Enquanto as consequências diretas representam o ativo (agraciando-nos com um benefício planejado), as indiretas representam ou o passivo (imputando algo que teremos que arcar) ou o patrimônio líquido (constituindo algo que fará parte de nós).
Esse princípio ocorre diariamente em nossas vidas quando fazemos o uso de nosso livre arbítrio. A ação que praticamos será convertida em consequências diretas e indiretas que incidirão sobre nós mesmos. Consequências diretas são aquelas que planejamos ao praticar tal ação, as indiretas são as não programadas.
Enquanto as consequências diretas representam o ativo (agraciando-nos com um benefício planejado), as indiretas representam ou o passivo (imputando algo que teremos que arcar) ou o patrimônio líquido (constituindo algo que fará parte de nós).
4.3.20
DESCULPE-ME
Devido às imperfeições humanas, é comum desagradar o próximo de maneira não intencional. Basta uma simples palavra mal colocada ou uma atitude mal executada para provocar a tristeza alheia.
Quando o mal-estar é causado, mesmo que de maneira não intencional, é desejável que o ofensor amenize os danos causados. Essa atenuação do mal pode ser feita ao demonstrar um arrependimento sincero pela situação.
O primeiro passo para expor o arrependimento sentido é anunciá-lo utilizando as palavras “me desculpe”.
Quando o mal-estar é causado, mesmo que de maneira não intencional, é desejável que o ofensor amenize os danos causados. Essa atenuação do mal pode ser feita ao demonstrar um arrependimento sincero pela situação.
O primeiro passo para expor o arrependimento sentido é anunciá-lo utilizando as palavras “me desculpe”.
~ Inspirado por:
“Um cavalheiro que tenha ofendido outra pessoa diz ‘me desculpe’”.
- 50 Things a Young Gentleman Should Know (Livro)
3.3.20
DIA ESPECIAL
Temos o costume de ter bens exclusivos para ocasiões que julgamos serem especiais. Assim, boicotamos nossa própria felicidade ao nos privarmos de nossas posses:
Guardamos a melhor louça para um hóspede que nunca recebemos; usamos a roupa que mais gostamos uma vez ao ano; deixamos de visitar lugares que nos agradam para que continuem tendo um valor singular...
Todas essas privações servem para justificar um dia especial que esteja por vir. Mas essa expectativa de um dia especial vindouro ocorre porque somos incapazes de compreender que o dia especial é o dia de hoje.
Guardamos a melhor louça para um hóspede que nunca recebemos; usamos a roupa que mais gostamos uma vez ao ano; deixamos de visitar lugares que nos agradam para que continuem tendo um valor singular...
Todas essas privações servem para justificar um dia especial que esteja por vir. Mas essa expectativa de um dia especial vindouro ocorre porque somos incapazes de compreender que o dia especial é o dia de hoje.
2.3.20
INVEJAR O PRÓXIMO
A inveja é o ato de minar a atenção das próprias necessidades e alocá-la na, aparente, felicidade alheia.
Ao invejar alguém, questionamos se a pessoa é digna de tamanha felicidade. Nisso, desejamos que ela seja lesada com o intuito de restabelecer o equilíbrio da justiça universal (na nossa visão). Mas, ao fazermos isso, estamos esquecendo de nossa própria vida. Quando passamos a nos preocupar com questões que não sejam de nossa competência para satisfazer nosso ego, deixamos de nos preocupar com nossa própria felicidade, causando um mal-estar a nós mesmos.
Somente conseguiremos focar em nossa própria felicidade quando desviarmos nossos olhos do julgamento da felicidade alheia.
Ao invejar alguém, questionamos se a pessoa é digna de tamanha felicidade. Nisso, desejamos que ela seja lesada com o intuito de restabelecer o equilíbrio da justiça universal (na nossa visão). Mas, ao fazermos isso, estamos esquecendo de nossa própria vida. Quando passamos a nos preocupar com questões que não sejam de nossa competência para satisfazer nosso ego, deixamos de nos preocupar com nossa própria felicidade, causando um mal-estar a nós mesmos.
Somente conseguiremos focar em nossa própria felicidade quando desviarmos nossos olhos do julgamento da felicidade alheia.
1.3.20
SEMEAR
Quando estamos sob observação de outras pessoas, afetamo-las com nossas ações mesmo ao fazer uso de atitudes que não tenham a intenção de impactá-las. Isso ocorre porque o simples fato de observar pode motivar comportamentos alheios.
Ao estarmos andando pela rua, compartilhamos nossa conduta com aqueles que por ali se encontrem. Caso disséssemos para alguém “eu te amo e não me importo com o que os outros dizem”, estaríamos causando reações em quem quer que esteja observando. De maneira similar, caso parássemos do lado de um morador de rua que estivesse pedindo por comida e jogássemos uma bolacha no chão sujo, provocaríamos reações em qualquer um que presencie a cena.
Somos eternos semeadores de nossas ações, estimulando todos aqueles que estejam próximos de nós.
Ao estarmos andando pela rua, compartilhamos nossa conduta com aqueles que por ali se encontrem. Caso disséssemos para alguém “eu te amo e não me importo com o que os outros dizem”, estaríamos causando reações em quem quer que esteja observando. De maneira similar, caso parássemos do lado de um morador de rua que estivesse pedindo por comida e jogássemos uma bolacha no chão sujo, provocaríamos reações em qualquer um que presencie a cena.
Somos eternos semeadores de nossas ações, estimulando todos aqueles que estejam próximos de nós.
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