Existe a necessidade de surgir um novo “eu” toda a vez que se anseia algo melhor. A mudança interna pode ser grande ou pequena, sendo proporcional à mudança dos desejos.
Não raramente, ao nos vermos nessa situação, sentimo-nos tristes e impotentes, pois percebemos a nós mesmos como crianças imaturas que precisam passar por um processo de mudança. Mas não há problema nenhum em reconhecer a necessidade de uma transformação interna.
Descobrir que se tem um comportamento inadequado é uma dádiva, pois, somente assim, é possível tornar-se melhor. Todos somos falhos, mas somente quando percebermos nossos próprios defeitos é que poderemos nos tornar melhores. Caso víssemos somente qualidades em nós mesmos, estagnaríamos em nossa imperfeição.
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