Quando algo nos causa dor, pedimos para que sejamos poupados do sofrimento, recebendo a graça necessária para que o mal seja afastado. Mas, ao afastarmos o mal, não aprendemos a vencê-lo, ficando, sempre, a mercê de um mal similar.
Vencer o mal significa não ser afetado negativamente por ele, estando ele presente ou não. E isso é assustador para quem tenta lidar com ele porque ocorre uma dualidade de pensamentos. Ao mesmo tempo em que nos projetamos com ele superado e compreendemos que podemos conviver pacificamente com ele, vemo-nos com ele ainda não superado e não queremos conviver com ele.
Para vencermos o mal, precisamos compreender que, quando ele for superado, a presença dele não nos afetará em nada.
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