Sentou-se no banco da praça e viu nenhum pássaro voar. Respirou fundo e sentiu nenhuma brisa em seu rosto. Foi conversar com um grupo de pessoas, mas preferiu se perder no meio do caminho.
Retornou para sua casa, onde ficava solitário.
Não estava atrás das grades, estava livre. Não tinha sido condenado pelo júri, tinha sido absolvido. Mas, no tribunal da consciência, estaria perpetuamente condenado.
~ Inspirado por:
“Eis o castigo mais terrível de um culpado: nunca ser absolvido do tribunal de sua consciência”
- Juvenal (Poeta Romano)
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