1.5.19

O ADEUS QUE NÃO SE VAI 2/2

O fim (mesmo que temporário) de uma história com alguém que se ama é algo que entristece. A impossibilidade de se relacionar como de costume faz com que a tristeza construa morada no coração, instaurando um mal-estar na vida da pessoa.

Mas e os bons momentos compartilhados com o outro? Alguns ainda usam tais momentos para potencializar o sofrimento ao invés de amenizá-lo, reforçando a ideia de que eles não irão acontecer novamente ao invés de cultivar um sentimento de agradecimento por ter convivido com alguém tão especial.

Sobre os fatos que nos são impostos, nada podemos fazer a não ser aceitar. Mas, sobre o que sentimos, podemos ditar o rumo que nosso coração irá seguir. O sofrimento cessa ao compreender que a partida de alguém é uma pequena tristeza perto da imensa alegria de ter convivido com a pessoa.

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