O ato de errar é, praticamente, uma dádiva dos céus que nos é concedida. Muitas vezes, infelizmente, ele vem acompanhado de severas punições, mas não deixa de ser uma benção.
De cada imperfeição surge um erro. Normalmente, o dano provocado pelo erro é reparado e a imperfeição é ignorada. Exemplo:
Um casal tem uma discussão por causa de um comportamento tóxico do marido. Ao invés de ele se compreender como errado e tentar corrigir o próprio comportamento, ele prefere presentear sua esposa para apaziguar o dano causado.
O erro pode ser pensado como algo de grande lamento por ser prejudicial, mas também pode ser enxergado como uma oportunidade única de se compreender onde está a imperfeição e corrigi-la. Errar não é uma vergonha, é uma oportunidade.
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