A admiração por alguém faz com que alguns dos comportamentos observados sejam incorporados conscientemente, pois deseja-se parecer cada vez mais com quem se admira.
Por outro lado, a convivência com um certo grupo não gera a necessidade consciente de se parecer com ele, mas, naturalmente, o indivíduo vai se ajustando para que consiga partilhar de mais atributos similares.
Isso demonstra que a admiração e a convivência geram os mesmos resultados (a transformação do ser), mas de maneiras diferentes. Assim, basta admirar anjos ou conviver com eles para que asas sejam criadas.
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