Nossos hábitos e
costumes definem nossos comportamentos e sentimentos.
Imagine uma pessoa
cujo hábito seja assistir somente à jornais sensacionalistas que fazem
reportagem sobre a violência. A pessoa irá sempre se sentir insegura, terá medo
de tudo e achará que não existe nada de bom no mundo. Por outro lado, caso seja
cultivado o hábito de assistir um programa que contenha mensagens edificantes
(como aconselhamentos para melhorar a vida), será percebido um bem-estar e,
constantemente, a pessoa buscará ser mais plena.
Existe um poema que diz "Pessoas medíocres falam sobre
pessoas; pessoas comuns falam sobre coisas; pessoas sábias falam sobre ideias".
Afinal, qual seria o interesse de pessoas sábias de falarem sobre a vida íntima
de terceiros? Ou o que acrescentaria na vida de pessoas medíocres falar sobre
ideias quando nada do que se ouve é aproveitado?
A melhor exemplificação sobre o que as pessoas falam e o que elas são, atualmente, é a interação com a tecnologia. A tecnologia possibilitou a liberdade do homem de se conectar com quem quiser. Enquanto uns têm o costume de gastar suas vidas em redes sociais "vivendo" a vida alheia, outros preferem usar a tecnologia para tirar dúvidas e aprender algo novo.
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